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 Noticias e Curiosidades

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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Fev 24, 2016 9:49 am

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Canadiano detido por vender ovos de dinossauro

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Fósseis eram importados ilegalmente da China. Homem foi apanhado a vender ovos à polícia.

Um canadiano foi condenado a cinco anos de pena suspensa e a pagar uma multa de 22.700 euros por vender fósseis de ovos de dinossauro importados ilegalmente, informou o Serviço de Imigração e Controlo Aduaneiro dos EUA.

Jun Yang, de 36 anos, ex-presidente da Arctic Products, Inc., com sede na Colúmbia Britânica, foi acusado depois de agentes especiais encobertos do Departamento de Segurança Nacional (HSI) terem comprado 13 fósseis de ovos de dinossauro importados ilegalmente da China em 2015.

Um comunicado oficial indica que, além dos ovos de hadrossauro, que vendia por 409 euros cada, Yang também tentava vender um fóssil de um Psittacosaurus por 13.600 euros.
Fonte: tvi24.iol.pt
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Mar 02, 2016 9:46 am


TOYOTA E SPEA VÃO PRESERVAR BARRINHA DE ESMORIZ E LAGOA DOS SALGADOS DURANTE DOIS ANOS

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Durante os próximos dois anos, a SPEA e a Toyota vão promover novos modelos de gestão e participação de cidadãos em zonas naturais, através de parcerias com entidades locais para a conservação e dinamização de actividades ligadas à natureza.

Os locais escolhidos são a Lagoa dos Salgados (Albufeira e Silves) e a Barrinha de Esmoriz/Lagoa de Paramos (Ovar e Espinho), que vão acolher um projecto ligado à educação ambiental, voluntariado e sensibilização.

“[É um] projecto conjunto que pretende ser uma iniciativa piloto com actuação nestas duas IBA (Important Bird and Biodiversity Area)

Segundo a SPEA, os colaboradores da Toyota, as escolas e vários parceiros locais serão envolvidos em diversas acções, que terão como objectivo estimular a participação cívica em prol da conservação da natureza e dar a conhecer a importância destes locais ricos em biodiversidade.

De resto, este foi o único projecto escolhido pela Toyota Motor Corporation Japão para apoiar, na Europa, num total de 26 projectos vencedores em todo o mundo. Nos últimos 15 anos apenas houve 11 projectos aprovados em todo o espaço europeu.

“Este projecto é uma forma de proteger áreas naturais, o que passa por dar a conhecer estes dois locais fantásticos às comunidades locais, de modo a envolvê-las e motivá-las a valorizar o seu património natural. Há ainda muito desconhecimento sobre os valores naturais destes locais, mesmo para quem mora portas meias com eles. Acreditamos que este projecto-piloto poderá ser uma semente a replicar noutras áreas Importantes para as Aves e Biodiversidade (IBA) e Áreas Protegidas em Portugal”, explicou Luís Costa, director da SPEA.

O papel da SPEA no projecto será identificar as necessidades de conservação, educação e monitorização destas áreas e colocar em contacto todas as entidades e cidadãos que possam desenvolver acções alusivas a essas componentes, juntando sinergias e apoiando-se mutuamente na criação de redes de voluntários para a conservação activa destes sítios.
Fonte: greensavers.sapo.pt
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Mar 11, 2016 9:47 am


Identificados quatro casais e primeiro ninho natural de abutre-preto

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A Liga para a Proteção da Natureza (LPN) anunciou hoje ter identificado quatro casais nidificantes e o primeiro ninho natural de abutre-preto no Alentejo, o que indica o consolidar da recuperação na região da espécie criticamente em perigo.

Segundo a LPN, num comunicado enviado à agência Lusa, trata-se dos primeiros resultados da monitorização da atual época de reprodução da espécie na Herdade da Contenda, no concelho de Moura, no distrito de Beja.

Três dos quatro casais estão a ocupar plataformas de ninhos artificiais que foram instaladas na Herdade da Contenda, no âmbito do projeto LIFE Habitat Lince Abutre.

Um outro casal está no primeiro ninho natural construído pela espécie na herdade, refere a LPN, indicando que um dos quatro casais já está em fase de incubação no ninho.

Durante as observações realizadas, foi também possível confirmar a presença na área do primeiro abutre-preto, uma fêmea, que nasceu na Herdade da Contenda, na primavera do ano passado, o que confirmou o restabelecimento de um núcleo reprodutor da ave no sul de Portugal, indica a LPN.

O facto de aquela fêmea continuar viva e a utilizar a região e a deteção dos quatro ninhos ocupados por casais "são indicadores do consolidar da recuperação do abutre-preto no Alentejo, permitindo antever o estabelecimento de um núcleo reprodutor desta espécie na região e reforçando a importância do apoio ao trabalho de conservação que tem vindo a ser implementado", sublinha a LPN.

A deteção da fêmea e dos quatro ninhos ocupados por casais de abutre-preto também são "um sinal das boas condições existentes para a espécie e da adequada gestão implementada" pela Empresa Municipal Herdade da Contenda, frisa.

A LPN refere que, durante as próximas semanas, em articulação com a Herdade da Contenda e com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, vai continuar a monitorizar a reprodução do abutre-preto e o evoluir dos casais nidificantes detetados no Alentejo.

Segundo a LPN, aqueles dados também "reforçam a importância do apoio ao trabalho de conservação" do abutre-preto, votando no seu projeto "Black Vulture Recovery, Southern Portugal", no âmbito da votação internacional promovida pela European Outdoor Conservation Association e que está a decorrer até dia 15 deste mês.

Por isso, a LPN voltou hoje a apelar ao voto no projeto, nos sítios de Internet tinyurl.com/blackvulture ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] explicando que a vitória na votação irá representar um apoio de cerca de 30.000 euros para a conservação do abutre-preto.
Fonte: noticiasaominuto.com
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Seg Mar 14, 2016 9:27 am


CIENTISTAS CRIAM GALINHAS COM PATAS DE DINOSSAURO

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Investigadores da Universidade do Chile realizaram uma experiência com embriões de galinha com a qual conseguiram produzir frangos com patas mais longas – uma característica típica dos seus antecessores, os dinossauros.

Uma equipa de investigadores do laboratório do investigador chileno Alexander Vargas, da Universidade do Chile, liderada pelo cientista brasileiro João Botelho, realizou uma experiência que parece saída d0o filme “Jurassic Park”.

A equipa manipulou geneticamente o embrião de uma galinha e fez com que ela nascesse com uma perna que não é típica da sua espécie, mas sim dos dinossauros.

“Quem vier a comer estes frangos assados, vai ter coxas bastante longas“, comentaram os cientistas em nota de imprensa.

Os cientistas pretendiam estudar os mecanismos envolvidos na evolução das patas das galinhas, que evoluíram a partir dos dinossauros.

A equipa descobriu que quando um gene específico de maturação nas galinhas é inibido, as galinhas mantêm o osso perónio tubular, tal como a tíbia, e ligada à articulação inferior da pata, tal como os dinossauros.

O conjunto da perna das galinhas é formado por dois ossos: a tíbia, mais grosso e longo, e a fíbula, fino e curto. Nos dinossauros, seus ancestrais, a fíbula e a tíbia eram do mesmo tamanho — e essa diferença permite aos animais voadores maior impulsão para iniciar o voo.

Os resultados do estudo, uma técnica do tipo “evolução reversa”, foram publicados a semana passada na revista Evolution.

Além de identificar e inibir o gene associado, os cientistas observaram também que o outro osso da pata, a tíbia, era significativamente mais curto, um desenvolvimento que sugere que o perónio semelhante aos dinossauros estava ligado à articulação inferior da pata para impedir a tíbia de crescer.

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Esta observação é consistente com a evolução das aves observada em fósseis, que mostra que as primeiras formas de evolução dos perónios reduzidos foram as aves com dentes, a partir do início do Cretácio.

Estas aves foram contemporâneas dos dinossauros e tinham os perónios desligados da articulação inferior da pata, mas eram quase tão longos como a tíbia.

Os cientistas garantem que estes estudos “não visam produzir dinossauros para fins comerciais ou não-científicos”, como no filme Jurassic Park.

“As nossas experiências estão focadas em características individuais, para testar hipóteses concretas”, diz Alexandre Vargas à Phys.org.

“Sabemos muito sobre o desenvolvimento das aves, e sabemos muito sobre a transição dos dinossauros para as aves, que está bastante bem documentada em registos fósseis”, diz Vargas.

“Isso abre naturalmente hipóteses muito interessantes sobre a evolução, que podemos explorar em laboratório”, explica o cientista.
Fonte: zap.aeiou.pt
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MensagemAssunto: Ave ferida ganha prótese de titânio   Dom Mar 27, 2016 4:30 pm

Designer catarinense ajuda a recriar bico em 3D de arara que foi mutilada por maus-tratos

Ave ferida ganha prótese de titânio projetada em terceira dimensão pelo designer de Chapecó Cícero Moraes


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Depois de 15 dias da cirurgia que envolveu veterinários, designer e cirurgião dentista, Gigi já se alimenta sozinha Foto: Cícero Moraes / Divulgação
A arara Gigi completa hoje 15 dias desde que começou a se alimentar sozinha e não depender mais de um tratador exclusivo. Mas a conquista não é de uma ave recém-nascida, e sim de um animal adulto mutilado que reaprendeu a se alimentar sozinho após receber um novo bico, metálico, em uma experiência inédita e que tem o trabalho de um catarinense como peça fundamental.
A arara da espécie canindé foi recolhida pela Polícia Ambiental em Praia Grande (SP) e estava com o bico deformado, com a parte restante crescendo deformada e atrapalhando a alimentação. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas a suspeita é de maus-tratos e contrabando, já que a espécie não é naturalmente encontrada no litoral paulista.
O animal foi então para o Centro de Pesquisa e Triagem de Animais Selvagens (Ceptas) de Cubatão (SP), onde recebeu tratamento e era alimentado por funcionários. Aí é que entra o catarinense na história. Conhecido pela reconstrução facial de personalidades, especialmente santos, o 3D designer Cícero Moraes, de Chapecó, se envolveu no processo. 
Ele, quatro veterinários e um cirurgião dentista foram chamados para atuar no caso, referenciados por outros trabalhos que a equipe já fez, como a reconstituição facial da Santa Paulina.
 Confira como ficou a reconstrução facial 3D de Santa Paulina
A arara foi examinada e foi feito um modelo de novo bico, em um processo que envolveu moldes, gesso, fotografias e criação virtual e impressão em 3D. Gigi se tornou assim a primeira ave a receber uma prótese de titânio no mundo.
– Escolhemos o titânio porque ele é mais resistente que o plástico e outros materiais e o bico de uma arara sofre muita pressão, faz muita força. Deu mais trabalho porque precisou ser feito com uma espessura muito fina, pra não ficar muito pesado e não ter risco de queda – explica Cícero.

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Foto: Arte sobre foto de Cícero Correa / Divulgação
Animal vive em cativeiro e inspira novos estudos
O bico foi impresso em 3D no Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, em Campinas (SP) e a cirurgia para o implante ocorreu na Clínica Veterinária Animal Care Ipiranga, em São Paulo, no dia 18 de fevereiro. Agora, Gigi está de volta ao Ceptas de Cubatão.
– Dois dias depois da cirurgia ela já estava adaptada, parecia ter o bico desde que nasceu. Já come, descasca semente e escala a gaiola. O único problema é se ela quiser bater em alguém – brinca o 3D designer.
Como todos os animais que passam por adaptações desse tipo, a arara não vai voltar para a natureza, mas a experiência serve, além de melhorar a condição de vida de Gigi, como contribuição científica a novos avanços na área, com publicação de artigos e o uso da técnica em novos processos.
Além de Cícero, participaram os veterinários Roberto Fecchio, Rodrigo Rabello, Matheus Rabello e Sergio Camargo e o cirurgião dentista Paulo Miamoto. No CTI, os pesquisadores Jorge Vicente Lopes da Silva e Marcelo Oliveira se envolveram no trabalho.
Impressão 3D é pesquisada para salvar vidas
O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, em Campinas (SP), trabalha há pelo menos 15 anos com tecnologias tridimensionais. Ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, o CTI é referência no desenvolvimento de softwares livres, usados para transformar imagens em modelos 3D na tela do computador.
E se engana quem pensa que a tecnologia se limita à fauna. A impressão 3D para reconstrução facial ou de membros vem ganhando relevância também no atendimento aos humanos à medida em que a técnica é aperfeiçoada, a partir de casos como o de Gigi. Hoje bastante aplicado no planejamento cirúrgico, em que médicos usam modelos dos pacientes para tomar decisões antes da cirurgia, o trabalho caminha para se tornar fundamental também na prática, revolucionando a fabricação de próteses.
– As grandes vantagens do 3D são que você consegue fazer a produção de maneira razoavelmente rápida e ele permite manipular geometrias altamente complexas, o que não é possível em processos tradicionais. Imagine pegar um crânio humano cheio de estruturas e aí escavar, eu não vou conseguir. O 3D faz em camadas e consegue qualquer geometria. No caso de um acidente em que uma pessoa perdeu grande parte do osso na cabeça, eu consigo fazer um molde que atende a necessidade específica do paciente – explica o doutor Jorge Vicente Lopes da Silva, chefe da divisão de Tecnologias Tridimensionais do CTI.
A veterinária, claro, também se beneficia com o avanço da tecnologia. Tanto nos seres humanos quanto nos outros animais, os resultados são funcionais e esteticamente melhores do que as soluções aplicadas atualmente. Saindo da área da saúde, a indústria também pode colher frutos com a técnica, permitindo por exemplo mais agilidade e menor custo na substituição de peças em veículos.
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Última edição por José Luis em Dom Mar 27, 2016 7:11 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Ave ferida ganha prótese de titânio)
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MensagemAssunto: A incrível amizade garota de 5 anos e seu pato   Dom Mar 27, 2016 7:10 pm

A incrível amizade entre uma garota de 5 anos e seu pato


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Foto: CBS
Uma garotinha do Maine (EUA) fez um amigo inseparável: um pato chamado “Snowflake” (Floco de Neve).
Kylie Brown, de 5 anos conheceu seu mais novo amigo no verão passado, quando ele ainda era um filhotinho. A garota causou uma impressão tão forte no animal que ele passou a considerá-la como “sua mãe”. Os dois são inseparáveis: ela o alimenta, eles tiram sonecas e brincam juntos.
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Foto: Ashley Brown
“Foi amor à primeira vista para os dois” , disse Mike Brown, pai de Kylie, à CBS News. “Nós nunca achamos que as coisas seriam assim”. Os dois se conheceram quando os pais de Kylie levaram o filhote de pato para casa, em julho passado.
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Foto: Ashley Brown
A ligação entre eles é tão forte que quando Kylie leva Snowflake ao parque para nadar ao redor do lago, ele a segue gingando assim que a menina o chama. “Eu sou a mãe dele”, diz Kylie, discordando educadamente quando alguém tenta insinuar o contrário. “Sim, sou a mãe dele”, insiste a menina.
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Foto: Ashley Brown
A amizade dos dois foi registrada num documentário que já teve mais de 10 milhões de espectadores pelo país. Uma organização de defesa dos animais do estado da Louisiana soube da relação entre eles e decidiu visitar a escola de Kylie e dar a ela um premio por ser uma “dona responsável”. Assim, Kylie e Snowflake, agora, ensinam outras crianças a cuidar de seus animais de forma responsável. “Isso serve para mostrar que não importa que tipo de animalzinho de estimação você tem; se você tem crianças, elas precisam saber como cuidar de seus mascotes”, diz Mike, pai da menina. Quando os pais de Kylie tentam colocar o amigo com penas no quintal, ele voa para dentro. Eles não tem opção senão dar a ele uma espécie de “fralda de pato”.
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“Não sei se vocês já tiveram uma criança de 2 ou 4 anos que não sai de casa sem seu cobertor, sabe? – bem, ela não sai de casa sem o patinho dela. E estamos num ponto em que isso nem sequer é negociável.”
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O patinho vai com Kylie para todos os lugares: para a praia no verão, e andar de trenó na neve no inverno. Snowflake esteve presente em treinos de futebol, pernoites fora de casa, e ganhou até mesmo uma fantasia no “Halloween”: saiu vestido de “Olaf, o boneco de neve” (personagem do desenho “Frozen”).
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Os pais de Kylie acreditam que o fato de cuidar tão bem de seu mascote demonstra que a garotinha será uma excelente mãe, um dia.
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Última edição por José Luis em Dom Mar 27, 2016 7:14 pm, editado 1 vez(es) (Razão : A incrível amizade garota de 5 anos e seu pato)
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Mar 27, 2016 7:19 pm

Biólogo afirma: morcegos fazem bem para a natureza

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No mundo, existem milhares de espécies de morcego. São aproximadamente 180 só no Brasil. Eles podem ser insetívoros, que se alimentam de insetos e frugívoros, com dieta à base de frutas. Os que comem frutas tem uma participação especial na germinação de árvores. O biólogo Wilson Ueda, professor da Unesp de Botucatu (SP), contou que esses animais têm papel importante na recuperação de áreas degradadas.

José Calixto Gaspar, que é agricultor, mora pertinho de uma fábrica abandonada e cheia de morcegos. Ele fala que os animais não fazem nada além de comer frutas e não se incomoda com a presença dos mamíferos voadores.

Os morcegos têm um sistema de orientação por ecolocalização. Emitem um som de alta frequência que bate no obstáculo. Com isso, eles conseguem determinar qual a distância e o formato do que têm que desviar.

O único morcego que oferece algum perigo para os animais é o hematófago, que se alimenta de sangue. São três espécies e todas se encontram na América Latina. Destas, duas se alimentam de sangue de aves e só uma se alimenta de sangue de outros mamíferos. Essa espécie é a Desmodus Rotundus. Em 2015, mais de 1.300 propriedades registraram ataques desse tipo de morcego em São Paulo.


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MensagemAssunto: Dinossauros nunca foram extintos e vivem entre nós, revela exposição em NY   Dom Mar 27, 2016 8:08 pm


Dinossauros nunca foram extintos e vivem entre nós, revela exposição em NY

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Os dinossauros nunca se extinguiram, só que agora são pássaros. Simples assim é a mensagem lançada pelos paleontólogos por trás da exposição "Dinousaurs among us" (Dinossauros entre nós), que poderá ser vista a partir desta segunda-feira no Museu de História Natural de Nova York.
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A mostra, que tem curadoria do paleontólogo Mark A. Norell, revela o vínculo direto entre os dinossauros e os pássaros, uma evolução que as novas tecnologias permitiram evidenciar em detalhe.

"Há 25 anos deixamos de ignorar a tese de que existia um vínculo direto entre os dinossauros e os pássaros. Hoje, e após os últimos estudos, possíveis graças às últimas técnicas, podemos afirmar que ainda vivemos na era dos dinossauros", disse Norell à Agência Efe.

"Embora isso já tivesse sido afirmado antes, até agora não existiam provas fidedignas, porque não contávamos com a tecnologia necessária", acrescentou.

A exploração através das técnicas mais avançadas dos fósseis dos ovos de dinossauros não nascidos encontrados na Argentina, na Mongólia e na China, principalmente, foram essenciais para essa conclusão.

Os pesquisadores puderam traçar a evolução graças a elementos como a plumagem.

Em alguns dos dinossauros não nascidos foi encontrada uma iminente plumagem, que milhares de anos mais tarde permitiria às espécies evoluídas em um tamanho menor voar.

Os cérebros daqueles dinossauros têm uma estrutura óssea que igualmente pode ser considerada a gênese da mesma estrutura das 18 mil espécies de aves no planeta.

Mas o vínculo não é só na biologia. Também foram detectados comportamentos parecidos.

Entre outros, a postura que alguns dinossauros tinham para dormir, com a cabeça recolhida entre os braços para manter a temperatura morna, o que é característico das aves modernas.

O Oviraptorsaurus, por exemplo, parente próximo do Tiranousaurus Rex, apesar se ser brutalmente maior que um pássaro, já se sentava sobre seus ovos do mesmo modo que as aves.

Alguns dinossauros, como o Anchiornis huxleyi são um exemplar evidente dessa gradual transição dos dinossauros até as aves.

Essa espécie contava com uma plumagem muito semelhante a dos grandes pássaros e com um esqueleto capaz de fazer voos curtos.

A exibição coincide com a mostra "Titanosaurius", que replica um dinossauro de 38 metros de comprimento, no mesmo museu.

Norell afirmou à Efe que, mais do que paleontologia, as últimas descobertas têm muito que ver com biologia.

Além dele, também foram responsáveis pela exposição o vice-presidente do museu, Michael J. Novacek, e a pesquisadora Ashley Heers, que passou os últimos cinco anos de sua vida estudando filhotes de aves.

A presidente do Museu de História Natural de Nova York, Ellen V. Futter, afirmou que "com esta exposição se mostra que, embora a paleontologia seja uma parte importante do legado desta instituição há mais de 100 anos, vivemos em uma nova era da pesquisa sobre dinossauros".

"Nunca houve um tempo mais interessante para aprender sobre seus comportamentos, aparência e conexão com a vida moderna", acrescentou.

Assim, como diz o slogan da exposição, "você jamais voltará a ver uma pomba com os mesmos olhos".


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MensagemAssunto: Hey Pica-pau! Dás-me uma boleia?   Dom Mar 27, 2016 8:39 pm

Hey Pica-pau! Dás-me uma boleia?

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Uma doninha a voar em cima de um pica-pau. A cena foi captada em Londres, pelo fotógrafo amador Martin Le-May.
É daquelas imagens que nos faz parar quando percorremos com os olhos a corrente infindável de posts das redes sociais. 
A fotografia que anda a correr mundo foi captada por um fotógrafo amador ontem à tarde, quando passeava com a mulher no Hornchurch Country Park, em Londres , conta a BBC News.
O responsável pela sua rápida difusão foi Jason Ward, que a publicou no Twitter.
À estação britânica, Martin Le-May disse que começou por ouvir um grito e pensou que não ia ver nada de bom. 
Certamente que a última coisa que Le-May imaginou era a cena mirabolante que iria testemunhar: uma doninha a voar em cima de um pica-pau. 
A opinião do autor da fotografia é a de que a doninha atacou o pássaro. Ao ver o casal, o pequeno mamífero ter-se-á assustado, largando o pica-pau e fugindo pela relva.  
Será? Ou será esta mais uma daquelas histórias magníficas de amizades surpreendentes no reino animal?


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Mar 27, 2016 9:37 pm

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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Abr 08, 2016 8:23 am

Calopsitas podem causar doenças respiratórias em humanos




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Calopsitas são aves dóceis que encantam com suas penas coloridas e inteligência Foto: reprodução
As calopsitas, aves de origem australiana que caíram no gosto do brasileiro, podem trazer problemas de saúde para os humanos. A principal delas é a clamidiose, também chamada de psitacose. A doença é causada por bactérias da espécie Chlamydophila Psittaci e podem levar o animal à morte e o humanos a desenvolver até pneumonia.

No animal, o principal sintoma da infecção pela bactéria é a conjuntivite. Já nos humanos, embora não haja um sinal de alerta, a doença causa, principalmente, disfunções respiratórias. De acordo com o veterinário Jean Carlos Ramos, professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), a transmissão da clamidiose é direta, ou seja, de uma ave infectada para outra saudável.

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No animal, o primeiro sintoma da clamidiose é a conjuntivite Foto: reprodução
Em geral, no animal a contaminação ocorre por meio da aspiração de poeira e penas secas contaminadas por dejetos de aves doentes. Já a transmissão da doença entre os humanos acontece através das vias respiratórias, e a bactéria pode permanecer incubada no corpo do humano infectado por até quatro semanas. 

"O ideal é que, ao adquirir uma calopsita, o dono leve imediatamente o animal para um veterinário realizar uma consulta clínica. Se algo for identificado serão solicitados exames. Se esta recomendação foi seguida, dificilmente o animal ficará doente e passará a bactéria para o humano", ressaltou o veterinário que é especialista em animais silvestres, zoonoses e saúde publica. 

Ainda de acordo com professor Jean Carlos Ramos, o dono da ave deve se policiar para levar o animal ao veterinário pelo menos duas vezes ao ano para consulta de rotina. "Muitas pessoas esquecem que a ave também tem que ser avaliada, de preferência por um especialista em animais silvestres. Não é só o cachorro ou o gato", pontuou o médico. 

Ele alertou ainda que além da clamidiose, o animal pode causar outros males comuns a todas as aves (como periquitos e papagaios) e, por isso, seria necessário evitar uma relação muito íntima com o bichinho. "Tem pessoas que beijam as aves e abraçam. Essa relação muito próxima pode causar problemas de saúde porque elas podem causar desde alergias como doenças mais graves", comentou o veterinário.

Citação :
Muitas pessoas esquecem que a ave também tem que ser avaliada, de preferência por um especialista em animais silvestres Jean Carlos Ramos, veterinário
Dona das calopsitas Pablo e Jorgete, a funcionária pública Cynthia Mendes, 34 anos, revelou que tem alergia aos animais, mas prefere tomar remédio e continuar com as aves do que não tê-las por perto. "Sempre tive gato e desde que o último morreu, há dois anos, eu ganhei a primeira calopsita de uma amiga. Pensei que não ia me adaptar, mas hoje sou apaixonada por elas. Eua até tinha alergia ao gato antes e agora também tenho às calopsitas, mas tomo remédio e passa", disse Cynthia.

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Cynthia tem uma relação muito próxima com as aves Pablo e Jorgete Foto: cortesia
Ela contou também que nunca levou suas calopsitas ao veterinário, mas fica atenta aos sinais de fisiológicos (secreções e fezes, por exemplo) e comportamentais que os animais apresentam. "Admito que a única vez que uma delas ficou doentinha, liguei para uma amiga que já cria calopsita há muito tempo, segui as orientações dela e deu certo", confessou a funcionária pública. 

Para evitar contaminação por clamidiose ou qualquer outra doença, Cynthia dá banho nas aves com um borrifador de água uma vez por semana e varre as penas que elas soltam. Além disso, ela mantém o ambiente das aves sempre limpo. "Elas passam o dia soltas em casa. Só prendo na gaiola quando vou sair. O resto do tempo elas voam em casa, até porque não corto as asas delas", relatou.

Além dos cuidados com a higiene do animal e do espaço de convivência, é necessário impedir que aves urbanas, como os pombos e pardais, fiquem por perto das calopsitas, pois elas podem ser portadoras do agente causador da clamidiose ou de outros males.

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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Abr 08, 2016 8:39 am

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Cientistas publicam atlas tridimensional do dodo



Com o nome científico Raphus cucullatus, o dodo era uma grande ave não voadora endémica da Maurícia e o último exemplar foi documentado em 1693, menos de cem anos após a colonização da ilha pelos holandeses.

As ratazanas e outros predadores introduzidos pelos humanos tiveram um efeito devastador sobre os ovos e as crias.

Apesar da sua importância na cultura popular, que vê a ave como um dos mais conhecidos exemplos da extinção causada por humanos, a comunidade científica sabe pouco sobre esta espécie e das colecções do século XVII não resta qualquer esqueleto completo.

Entre 1899 e 1910, o barbeiro e entusiasta naturalista francês Etienne Thirioux encontrou um esqueleto completo e outros restos parciais da espécie que agora foram utilizados para criar o primeiro atlas anatómico tridimensional do dodo, graças a modernas técnicas de digitalização a laser.

Publicado na revista Society of Vertebrate Paleontology Memoir, este atlas é "o tratado mais amplo e completo sobre a anatomia do esqueleto do dodo e representa o esforço de uma ampla equipa de cientistas internacionais durante mais de cinco anos", explicou a paleontóloga holandesa Hanneke Meijer, da Universidade de Bergen, na Noruega, envolvida no projeto.

O dodo era um pássaro enorme, que podia chegar a medir um metro de altura e pesar 18 quilos. Pertencia à família das Columbidae, a mesma de aves relativamente pequenas, como as pombas e as rolas.

O novo atlas é o primeiro que mostra as proporções relativas exactas do animal e inclui alguns ossos previamente desconhecidos, como a rótula, o tornozelo ou alguns ossos do punho.

O estudo em 3D também permitiu fazer simulações de como este animal se deslocava. "O crânio do dodo é tão grande e o seu bico tão robusto que é fácil de entender que os primeiros naturalistas o tenham relacionado com os abutres e outras aves de rapina e não com uma pomba", disse Meijer.

Os antepassados do dodo chegaram à Maurícia há oito milhões de anos e, segundo os especialistas, as espécies das ilhas evoluíram de forma bastante diferente das espécies continentais. No caso do dodo, perdeu a capacidade de voar, provavelmente devido à ausência de predadores.

O estudo multidisciplinar permitiu também perceber como era o ecossistema onde viveu o dodo e por que motivo muitos vertebrados desapareceram durante a alteração climática que ocorreu há 4.200 anos, principalmente como consequência da escassez de água, o que permite estimar o efeito das atuais alterações climáticas sobre a fauna.

"As espécies confinadas a ilhas são muito mais sensíveis às alterações climáticas, especialmente devido à falta de água e à salinização e contaminação das águas durante as secas", disse Kenneth Rijsdijk, investigador da Universidade de Amsterdão, que também participou no estudo.


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MensagemAssunto: Em Viseu há um papagaio adepto de futebol   Ter Maio 17, 2016 6:59 am

Em Viseu há um papagaio adepto de futebol

Num café de Viseu há um papagaio adepto de futebol. O proprietário e o clientes benfiquistas garantem que o Tobias é benfiquista, no entanto os sportinguistas garantem que já ouviram o papagaio a gritar pelo Sporting.

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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Ter Maio 17, 2016 7:03 am



2.000 pombos com luzes LED protagonizam espectáculo sobre Nova Iorque
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Os pombos – dois milhares de espécimes – são as grandes ‘estrelas’ do espectáculo «Fly by Night», que está a ser apresentado em Nova Iorque.

Na ‘cidade que nunca dorme’ os transeuntes poderão apreciar um espectáculo aéreo, com as aves equipadas com luzes LED a descreverem desenhos no céu.
A performance decorre sobre o East River que separa a zona de Manhattan da de Brooklyn.
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As luzes LED são instaladas nas patas dos pombos e acendem e apagam por controlo remoto.
Até 12 de Junho, o espectáculo ocorre em cada fim-de-semana. Segundo o BTnews, a participação é gratuita mas requer reserva prévia.
Para Duke Riley, de 43 anos, que concebeu o projecto, o espectáculo é comparável a uma ‘chuva’ de estrelas cadentes no céu da ‘Big Apple’.
Riley escolheu para local da iniciativa a Brooklyn Navy Yard, uma vez que ali perto, numa ilha artificial, a marinha albergou a sua primeira ‘frota’ de pombos no início do séc. XX.
Duke Riley disse ter tomado inspiração para esta obra depois de ler um velho manual militar sobre como treinar pombos para missões nocturnas.
Para a realização do projecto contou com a ajuda da Creative Time, com base em Nova Iorque, sem fins lucrativos e que apoia a arte pública.
Uns dois terços dos pombos foram cedidos por criadores que foram obrigados a abdicar das aves por não terem condições de as alojar. O restante terço foi emprestado por amigos.
Quando a iniciativa encerrar, muitos dos pombos ficarão a cargo de um homem que perdeu centenas de espécimes durante um incêndio mais cedo este ano.
Esta não é a primeira vez que Riley usa pombos para uma iniciativa artística. Em 2013, no âmbito do projecto «Trading with the Enemy» («Fazendo comércio com o Inimigo», em tradução livre), ‘traficou’ charutos de Havana para Key West (na Florida).
«Os pombos sofrem de um problema de relações públicas», comparou a curadora Meredith Johnson, da Creative Time. «As pessoas acham que são ratos com asas, mas são muito mais complexos que isso», explicou. «[O Duke Riley] quer tirá-los das sombras», concluiu a responsável



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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Ter Maio 17, 2016 7:09 am

Censo de garajaus nos Açores de 25 de maio a 10 de junho


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O arquipélago dos Açores, região da Europa onde nidificam 50% dos garajaus-rosados, vai ser palco de um censo dedicado a esta ave marinha, espécie considerada como uma das 30 mais raras deste continente.
 
Segundo uma nota de imprensa do Governo Regional hoje divulgada, a Direção Regional dos Assuntos do Mar, com o apoio dos Serviços de Ambiente e dos Parques Naturais de Ilha, vai promover a realização do Censo de Garajaus entre 25 de maio e 10 de junho.
O objetivo é “quantificar as populações das duas principais espécies de garajaus que nidificam nos Açores", nomeadamente o garajau-comum (Sterna hirundo) e o garajau-rosado (Sterna dougali), adianta o diretor regional dos Assuntos do Mar, Filipe Porteiro, citado na mesma nota.
Segundo Filipe Porteiro, para este censo foram contratualizadas “viagens por mar à volta de todas as ilhas dos Açores” e foi adquirido “equipamento ótico adequado para observação de aves, nomeadamente binóculos e telescópios", o que vai permitir que os técnicos dos Parques Naturais de Ilha efetuem contagens "nas colónias mais inacessíveis, em particular nos ilhéus costeiros que são um refúgio para aves marinhas”.
“A monitorização e a recolha de dados populacionais de aves marinhas com estatuto de proteção regional, comunitária e internacional, como é o caso dos garajaus comum e rosado, constitui uma obrigação legal no âmbito da Diretiva Aves (Rede Natura 2000), da Diretiva Quadro Estratégia Marinha, tendo ainda enquadramento na Convenção OSPAR”, informa o executivo açoriano.
De acordo com a nota, “os investigadores estimam que, na Europa, cerca de 50% dos garajaus-rosados nidifiquem nos Açores, onde existem mais de três dezenas de colónias desta espécie protegida, considerada uma das 30 mais raras no continente europeu”.
No arquipélago dos Açores, as principais colónias de garajaus rosados (75% a 80%) concentram-se nas ilhas Graciosa, Flores e Santa Maria.
No ilhéu da Praia, na Graciosa, encontra-se a segunda maior colónia de garajaus-rosados da Europa.


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MensagemAssunto: Seis falcões bebés nascem numa varanda da Amadora   Ter Maio 17, 2016 7:14 am

Seis falcões bebés nascem numa varanda da Amadora

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Foi em 2012 que o casal de falcões Zuzu e Margarida visitaram pela primeira vez a família Cotter, residente na zona da Amadora. Este ano, as suas aves regressaram àquela floreira onde, esta semana, tiveram seis filhotes. Através de uma webcam é possível acompanhar, online, esta novela do mundo selvagem.
 
Os seis ovos de Zuzu e Margarida terminaram esta quinta-feira de eclodir. Os seis falcões bebés estão a ser bem cuidados pelos pais que não lhes poupam mimos: todos os dias há lagartixas, ratos e outros alimentos nutritivos.
 

Pedro Cotter, o proprietário do apartamento onde estes falcões voltaram este ano a fazer ninho, disse ao Boas Notícias que as aves apareceram pela primeira vez em 2012 e regressaram em 2013, sendo que em 2014 e 2015 estiveram numa outra varanda ali perto.

Pedro Cotter colocou na janela da floreira uma webcam que filma as aventuras das aves, pelo que todos os dias é possível assistir, em direto, a alguns dos momentos desta família. 
 
A página de Facebook dos dois falcões é acompanha de perto por mais de 21 mil seguidores que não perdem pitada desta novela do mundo selvagem.
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“Este foi o momento em que ontem, dia 5, ao fim do dia, pudemos confirmar que já não havia nenhum ovo e que as crias já tinham nascido todas. HABEMUS 6 PINTUS! (recordem bem estas imagens, que eles vão crescer depressa)”, comentou uma das seguidoras, esta sexta-feira, entusiasmada com o nascimento das jovens crias.
 


Zuzu e Margarida são falcões peneireiros, espécie que pode atingir mais 40 centímetros de envergadura e pesar até 200 gramas. Estas aves alimentam-se de pequenos animais como lagartixas, ratos e insetos.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Ter Maio 17, 2016 7:18 am

Ambientalistas pedem a Elton John que boicote festival "Marés Vivas"


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| Jonathan Alcorn, Reuters

Uma carta aberta enviada a músicos em cartaz para o próximo festival "Marés Vivas" pede-lhes que boicotem aquele evento, por se realizar em zona de reserva natural e poder causar danos graves à preservação de espécies que aí habitam.

O festival "Marés Vivas" está agendado para Julho próximo, em Gaia, a uma distância de 100 metros apenas do estuário do Douro. O local constitui um habitat privielgiado para 220 espécies de aves e constitui ponto habitual de destino para grupos de observação dessas espécies. Ornitólogos de todo o mundo costumam demandá-lo e ambientalistas portugueses consideram-no como uma reserva natural de características únicas.

Receia-se sobretudo que os 30.000 visitantes diários esperados para o festival, com o ruído e com as luzes feéricas que os acompanham, constituam grave factor de perturbação, com consequências duradouras e potencialmente irreversíveis para as aves aí existentes e para a espécie ibérica conhecida como "lagarto-esmeralda". Para já, estão em curso trabalhos de terraplanagem, com bulldozers, e de abate de árvores.

A carta aberta enviada a Elton John e a músicos como os britânicos James Bay e Tom Odell lança, segundo citação do diário The Guardian, o seguinte apelo: "Acima do vosso trabalho e da vossa arte, pedimo-vos que considerem a importância ambiental do local. A reserva é muito delicada, especial e vulnerável ... É uma área muito especial para algumas espécies de pássaros, para escala migratória e para nidificação".

Entre os subscritores contam-se o biólogo Serafim Riem, a vice-presidente do Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens, Lucília Guedes, e o director da Quercus, João Branco.

Os subscritores receiam que a realização do festival seja o ponto de viragem para o desmantelamento da reserva natural, como área protegida e santuário da vida selvagem.

Na carta é incluído um apelo muito especial a Elton John, com as palavras: "Acreditamos que, se alguém pode mudar a mentalidade teimosa dos gestores do festival, esse alguém é você".
Primeiro sucesso da campanha
A campanha em que a carta se inscreve vem de trás e já deu azo a uma queixa judicial por parte da Quercus e obteve um primeiro sucesso, com uma ordem de suspensão dos trabalhos de terraplanagem emitida pelo tirbunal.

O iniciador da campanha "SOS Estuário do Douro", Bernd Markowsky, acusou o presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Rodrigues, e a sua equipa de "não estarem preocupados com o ambiente; não querem saber, não se preocupam".

E acrescentou: "Temos fotógrafos que mostram quantos lagartos foram mortos no curto lapso de tempo desde que começaram a terraplanar a área, e eles disseram que não importa quantos foram mortos porque ainda há milhares. Esta área está protegida por lei, mas isso não os deteve".
"Comportamento terrorista"
O autarca, no entanto, disse estar "muito preocupado com questões ambientais". E, referindo-se a um estudo recente, acrescentou: "Este relatório mostra que não há consequências, não há impactos". Dito isto, acusou também os promotores da campanha por, alegadamente, "usarem o pânico público para obterem vantagens políticas ... Vocês devem saber que as aves migratórias passam pela reserva em Setembro, não em Julho".

E culminou as suas declarações acusando os subscritores da carta de "comportamento terrorista" que espera venha a ficar sem efeito, pela indiferença de Elton John.
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 http://www.rtp.pt/noticias/cultura/ambientalistas-pedem-a-elton-john-que-boicote-festival-mares-vivas_n915057


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Ter Maio 17, 2016 8:12 am

Editor da revista americana «Birdwatcher’s Digest» veio ver os passarinhos do Sul de Portugal




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bill Thompson III, editor da revista americana «Birdwatcher’s Digest», esteve de visita ao Sul de Portugal, de 1 a 7 de Abril, no âmbito de uma press trip promovida pela parceria que dá corpo à marca Visit Portugal Birdwtaching.
A visita do jornalista especializado norte-americano abrangeu as áreas territoriais da parceria, em particular, os estuários do Tejo e Sado, a região do Alentejo, com as áreas do Campo Branco-Castro Verde, Mértola e o vale do Guadiana, e, na região do Algarve, a Reserva Natural de Castro Marim, a Ria Formosa e Sagres.
A observação de aves é um nicho de mercado de grande relevância mundial. Calcula-se que este segmento de mercado atinja, no mundo inteiro, cerca de 80 milhões de birdwatchers, localizados sobretudo nos países anglo-saxónicos (Reino Unido: 2,4 milhões; EUA: 40 milhões), nos países escandinavos, na Holanda, Bélgica, Alemanha e no Canadá.
«Este produto assume uma relevância estratégica para o território de Mértola, pois ocorre essencialmente em época baixa, contribuindo para minimizar os efeitos da sazonalidade», salienta a Câmara Municipal mertolense, que anunciou a visita do editor da «Birdwatcher’s Digest».
Por outro lado, salienta aquela autarquia alentejana, o birdwatching «abrange um perfil de turista de segmento médio/alto e contribui para a consciencialização da importância da salvaguarda da avifauna local».
A forte expressão do mercado norte-americano neste produto justifica a incidência de várias ações promocionais junto daquele público. Desde 2013, que a marca Visit Portugal Birdwatching e, em particular, o Município de Mértola se fazem representar em feiras de birdwatching nos EUA. Na sequência dessas ações promocionais, já visitaram o território «vários jornalistas da imprensa especializada».
Aliás, desde 2007, que o Município de Mértola, em parceria com um conjunto de entidades públicas e privadas integradas na marca Visit Portugal Birdwtaching, tem vindo a desenvolver um trabalho de estruturação do produto birdwatching, por forma a posicionar o sul de Portugal como um destino de referência para o turismo ornitológico.
Birdwatching // Mértola // turismo de Natureza // Visit Portugal Birdwatching


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MensagemAssunto: Andorinha bate recorde e voa cerca de 96 mil quilômetros   Sex Jun 10, 2016 9:24 pm

Andorinha bate recorde e voa cerca de 96 mil quilômetros
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A andorinha foi um dos 29 pássaros eletronicamente monitorados por GPS por pesquisadores da Universidade de Newcastle, da Inglaterra, para o programa Springwatch, da BBC.
Um pássaro da espécie andorinha do Ártico, de apenas cem gramas, voltou a uma ilha na costa da Inglaterra após viajar mais de 96 mil quilômetros, completando assim o voo migratório mais longo já registrado. As informações são da revista norte-americana Time.
A andorinha foi um dos 29 pássaros eletronicamente monitorados por GPS por pesquisadores da Universidade de Newcastle, da Inglaterra, para o programa Springwatch, da BBC.
O pássaro deixou seu ninho nas Ilhas Farne em julho de 2015, traçando a costa oeste da África antes de voar por um tempo sobre o Oceano Índico. Em seguida, atingiu a Antártida, cruzando o Mar de Weddel em fevereiro, antes de voltar ao norte do Reino Unido em maio de 2016.
Ao longo de sua vida, um pássaro é capaz de voar mais de 2,8 milhões de quilômetros, o equivalente a quatro viagens de ida e volta até a lua. "Para um pássaro que pesa menos que um iPhone, é um feito incrível", disse o pesquisador Chris Redfern.


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MensagemAssunto: Pesquisadores argentinas garantem ter encontrado na Antártida um fóssil da maior   Sex Jun 10, 2016 9:29 pm

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Imagem meramente ilustrativa da espécie Quetzalcoatlus (Foto: Creative Commons/Mark Witton e Darren Naish)
Pesquisadores argentinas garantem ter encontrado na Antártida um fóssil da maior e mais antiga ave já descoberta.
De acordo com informações da agência de notícias EFE, a ossada encontrada nas proximidades da Base Marambio, no extremo norte do continente congelado, é de um animal que viveu no período Eoceno, entre 34 milhões e 56 milhões de anos atrás.
Em comunicado à imprensa, o Ministério das Relações Exteriores da Argentina informou que as pesquisas iniciais apontaram que a ave tinha mais se seis metros de envergadura de asa.
O animal, que ainda não recebeu nome, é da família Pelagornithidae. O informe oficial também explica que este grupo de aves ocorreu no mundo todo, logo após a extinção dos dinossauros.
O tamanho anormal da ave se justifica porque, há aproximadamente 50 milhões de anos, segundo pesquisas recentes, houve um grande aquecimento da temperatura dos oceanos, gerando uma grande produtividade biológica nos mares antárticos. Com uma gama tão grande de alimentos, animais como os desta família de aves, por exemplo, desenvolveram tamanhos tão grandes.
O fóssil da ave gigante foi encontrado pelos pesquisadores em 2014 e as primeiras impressões sobre o animal extinto, além daquelas descritas acima, pode ser lida no estudo original
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neste link.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Jun 10, 2016 9:37 pm

Sete mil espécies protegidas sob tráfico ilegal


No Dia Mundial do Ambiente refere-se a ligação estreita entre este submundo e o do tráfico de drogas ou armamento, mas também com o terrorismo.
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Thomas Mukoya / Reuters
Há 30 mil elefantes a ser mortos por ano para tráfico ilegal; no ano passado foram abatidos 1.350 rinocerontes quando, em 2007, o número se situara nos 50. No Dia Mundial do Ambiente, estes são apenas dois dos dados recolhidos pelo "World Wildlife Crime Report. Trafficking in protected species", do Gabinete das Nações Unidas sobre o Crime e as Drogas (UNODC), no qual se estabelece ligação entre o tráfico ilgeal de sete mil espécies protegidas de animais e submundos como os do tráfico de drogas e armamento, além do terrorismo.
Entretanto, de acordo com o documento, Portugal e Espanha lideram o comércio ilegal de psitácidas (aves como papagaios, araras, periquitos, jandaias, maracanãs ou apuins) e de caviar. 
Segundo a imprensa internacional, trata-se da primeira investigação exaustiva, abordando 164 mil apreensões de fauna e flora com intervenção de 121 países. "Estes delitos, de fuma forma geral, não se limitam a determinados países ou regiões, nem são operações com produtos exóticos de terras estranhas que se enviem a mercados distantes", afirma Yuri Fedotov, director executivo da UNODC.
E, se os mamíferos concentram 30% dos casos, seguem-se répteis (28%), corais (17%), aves (9%) e peixes (6%). Mais de metade dos animais morrem antes da chegada ao mercado de destino.
No final de Fevereiro deste ano, a Comissão Europeia aprovou um plano de combate ao tráfico de espécies silvestres dentro do grupo dos 28 e para reforçar o papel destes países na luta mundial contra aquela actividade ilegal. Este programa é apenas parte do projecto de maior amplitude no sentido da luta contra o financiamento do terrorismo face à interligação entre os crimes.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Jun 10, 2016 9:58 pm

Quando os deputados “tiraram o rabinho da cadeira” para conhecer os pássaros do Tejo
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O pânico assaltou o grupo de deputados num dos pontos de observação do EVOA – Espaço de Visitação e Observação de Aves. Se a primavera permite melhores condições de observação das mais de 120.000 aves que habitam nas margens do estuário do Tejo, na região de Vila Franca de Xira, traz também a proliferação de convidadas indesejadas nos sapais: as carraças. Seguiram-se momentos em que alguns deputados sacudiam a roupa, outros começavam já com comichões. “Para ver uma coisa tão bonita, tínhamos de pagar um preço”, arriscou um dos deputados. Esta foi a visita final de um roteiro que os deputados da comissão do Ambiente têm vindo a fazer desde o início do ano para conhecer os problemas do Tejo e das regiões que dependem dele.

De Vila Velha de Ródão a Lisboa e à Margem Sul, já percorremos o caudal do Tejo todo. O nosso desígnio nesta sessão legislativa era o Tejo e tem tido resultados. Há problemas que não conhecíamos como o impacto e a forma de como as descargas das barragens afetam a variação dos caudais, e, consequentemente, as propriedades à sua volta“, afirmou o deputado Pedro Soares, presidente da Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, ao Observador. O bloquista considera que é importante que os deputados tirem “o rabinho das cadeiras” e conheçam os problemas do país no terreno e assim, na terça-feira, às 8:30 da manhã, 12 deputados dos vários grupos parlamentares – PAN e Verdes não marcaram presença – que integram a comissão do Ambiente partiram de Lisboa.

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O EVOA está localizado na Companhia das Lezírias
MICHAEL M. MATIAS /OBSERVADOR
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Bem, nem todos partiram de Lisboa. Maria da Luz Rosinha, deputada do PS e antiga presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, foi ter ao centro de observação de aves criado ainda durante o seu mandato, mas com algum atraso – a deputada exerceu o cargo de presidente da câmara entre 1997 e 2013, tendo estado envolvida com o poder local na região desde 1976. “Perdeu-se na sua terra?”, questionaram os deputados que aguardavam a chegada da colega à porta da estrutura de madeira do EVOA. “Não me perdi, fomos aos toiros primeiro”, respondeu Maria da Luz Rosinha. “Se estivesse cá o André Silva não podias dizer que tinhas ido aos toiros”, rematou Alberto Mesquita, sucessor de Maria da Luz presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, em relação ao deputado do PAN.
O EVOA foi construído em finais de 2012 e abriu portas ao público no início de 2013 para promover a conservação da natureza na região. Está situado nos terrenos da Companhia das Lezírias e mesmo antes de ter as infraestruturas necessárias já atraía alguns amantes de aves e da vida selvagem, devido à diversidade de espécies concentradas naquele espaço. Engloba 70 hectares de lagoas de água doce, com três percursos pedonais para quem deseja conhecer a diversidade das aves nas margens do Tejo ou praticar birdwatching – observação de pássaros que tem estatuto de hóbi -, tendo vários pontos de observação com telescópios para permitir ver em detalhe as aves e o seu habitat. O espaço conta ainda com um centro de interpretação, ou seja, um edifício que dá apoio aos visitantes com uma exposição permanente que explica o ecossistema da lezíria, cafetaria e instalações sanitárias. Em períodos de migração, o estuário do Tejo recebe mais de 120 mil aves e cerca de 14 espécies têm neste espaço 1% da população europeia total. Esta reserva tem a mais alta densidade de corujas-das-torres do Mundo, com esta espécie a tornar-se um dos principais ex-líbris do EVOA.
Foi exatamente a coruja das torres que despertou o interesse dos deputados. Uma caixa no topo do edifício serve de local de nidificação para um casal de corujas que esta primavera teve uma cria e uma câmara no seu interior permite aos visitantes acompanhar o dia-a-dia destas aves. “Está a dormir”, constatou um dos deputados. “Ela é que faz bem, dorme durante o dia”, arriscou outro. Sandra Silva, bióloga e coordenadora do EVOA, explicou que as corujas-das-torres têm o seu pico de atividade à noite, sendo uma exceção nos sapais, já que a maioria das espécies têm picos de atividade relacionados com as marés.
Largar pássaros e ouvir as queixas do Tejo
“Alguém quer libertar um pássaro?”, perguntou um dos técnicos do EVOA que anilhava os animais capturados pela manhã – a reserva segue esta rotina todos os dias, apanhando várias aves em redes de modo a recolher dados sobre a população, verificar a sua condição física e anilhá-las para poder seguir o seu percurso nas rotas de migrações. “Eu quero!”, respondeu Maria da Luz Rosinha. O pássaro, um rouxinol-grande-dos-caniços, mal foi colocado na mão da deputada, voou pelos sapais. “Maria da Luz, não percebes nada disto”, lamentou o deputado social-democrata Manuel Frexes, antigo presidente da Câmara do Fundão. No meio deste processo em que os técnicos iam mostrando aos deputados as diferentes espécies que se podem encontrar ali, Frexes comentou que quando era pequeno apanhava pássaros, mas para os comer. Também a deputada Emília Cerqueira disse que os costumava apanhar, mas que os libertava em seguida. Esta deputada social-democrata também se prontificou a soltar uma das aves capturadas pela manhã.
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Para António Saraiva, presidente da Companhia das Lezírias, o EVOA já é “uma realidade visível”, com mais de 8 mil turistas desde a sua abertura e a visita de várias escolas de diferentes regiões e de diferentes anos letivos. “Não queremos que o Tejo seja só aquilo que já é. Queremos que atraia turismo e seja um ponto de formação”, indicou Saraiva, dizendo aos deputados que qualquer visita ao Tejo e à sua realidade não ficaria completa sem uma visita ao EVOA. Já Vasco de Mello, presidente da Brisa, considera que o EVOA se tornou em ponto “importante” em termos de divulgação do Tejo e das suas espécies para os estudantes, sendo um dos pontos mais importantes nas rotas de migrações das aves. A Brisa é um dos principais financiadores do projeto, tal como os fundos europeus do QREN.

Culminar a visita ao Tejo no EVOA, depois de viagens pelo rio, encontros com os agricultores que dependem da água do rio e encontros com os municípios adjacentes ao seu caudal em abril e maio, não foi uma escolha ao acaso. Com o Dia Mundial do Ambiente a celebrar-se no dia 5 de junho, um domingo, a comissão do Ambiente quis assinalar esta data com uma visita que englobasse o meio ambiente e alguns deputados mostraram os seus dotes no conhecimento das espécies. José Carlos Barros, deputado do PSD, foi diretor do Parque Natural da Ria Formosa e disse ao Observador que trabalhar em espaços ao ar livre é muito diferente dos corredores da Assembleia da República. “Trabalhar ao ar livre é uma experiência muito forte e gratificante”, considerou o deputado, mostrando que ele próprio é um entusiasta da observação de pássaros, tendo instalado uma caixa para ninhos na sua propriedade no Algarve.
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O deputado socia-democrata Bruno Coimbra e o deputado socialista Luís Vilhena veem como o técnico segura numa das aves apanhadas para inspeção.
MICHAEL M. MATIAS /OBSERVADOR
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Mas a visita teve também momentos de reivindicação por parte do presidente da Câmara de Vila Franca de Xira. “Temos graves preocupações como a qualidade da água e a navegabilidade do Tejo. Temos aqui a nossa melhor autoestrada e não está a ser aproveitada”, defendeu Alberto Mesquita. Para o autarca, uma visita ao terreno por parte dos deputados “tem grande impacto” porque podem conhecer os problemas concretos da região. “Quanto mais conhecimento há sobre as matérias, mais fácil é tomar decisões”, concluiu o autarca em declarações ao Observador.
A primeira consequência destas deslocações ao Tejo foi a chamada de António Mexia, presidente da EDP, à Comissão de Ambiente, para explicar a gestão das descargas das barragens no Tejo que, segundo Pedro Soares, faz com que alguns proprietários fiquem sem hectares de terras devido à erosão das margens do rio. “Não poderíamos fazer muito diferente do que fazemos atualmente. A EDP limita-se a abrir e fechar de acordo com o que vem de Espanha”, ressalvou Mexia na audição no Parlamento que aconteceu no dia 17 de maio.
A beleza natural e as carraças do Parlamento
A realidade das carraças só atingiu a visita no percurso pedonal para uma das lagoas mais próximas. Apesar dos avisos de Sandra Silva para não se pisar as ervas altas, é difícil fugir a estes aracnídeos. Seja como for, o deputado Maurício Marques considerou que o trabalho parlamentar já acarreta alguns encontros imediatos com espécies parasitas. “A Assembleia da República tem tudo. Tem carraças, tem ratos, tem outros parasitas”, brincou o deputado, enquanto mais à frente no grupo que ia caminhando disperso, alguém dizia que o cenário fazia “lembrar o National Geographic”.
À semelhança do que acontece nos locais mostrados pela National Geographic, o Tejo e os seus habitats também já têm um documentário. Pedro de Carvalho e Maria de Lurdes Carvalho realizaram nos últimos dois anos o documentário “Estuário – as marés selvagens do Tejo”, que foi exibido na SIC nos dias 8, 15 e 22 de maio, antes jornal da hora de almoço. Segundo a Wilder, o trabalho que ficou dividido em três episódios de 45 minutos vai agora ser também editado em DVD.
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O ponto de observação tem um telescópio instalado e é também um local de descanso para os visitantes.
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Apesar de entretidos na observação das aves, nomeadamente com os colhereiros que se alimentavam na lagoa e com um milherango (“Milherango ou mulherengo?”, gracejou um deputado) as carraças voltaram a preocupar os deputados quando vários membros do grupo começaram a encontrar carraças a subir pelas pernas acima. “Tenham cuidado. Vim cá com uma amiga há dois fins de semana e ela saiu daqui com 10 carraças”, avisou Maria da Luz. “Isso é porque não lava a cabeça”, brincou Manuel Frexes.
A visita terminou com a preocupação geral do que aconteceria à comissão do Ambiente se todos os deputados que a compõem ficassem com febre da carraça. No entanto, Sandra Silva afirmou que um estudo às carraças do EVOA já tinha demonstrado que não há perigo de febre.
Maria da Luz Rosinha afirmou que é visitante assídua do espaço que inaugurou em 2013 e mostrou familiaridade com todos os funcionários durante a visita. “Para mim, um dos aspetos mais importantes do EVOA é que trouxe investigadores à região e aqui produz-se conhecimento”, afirmou Maria de Luz Rosinha ao Observador. Mas as saudades do Ribatejo no dia-a-dia já se fazem sentir. A deputada foi gabando a tranquilidade da lezíria aos colegas, lembrando-os que não é todos os das que têm possibilidade de aproveitar estes espaços ao ar livre. “Aproveitem aqui, porque na Assembleia é só crises e problemas. Lembrem-se depois lá que há outras vidas”, ia aconselhando.


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MensagemAssunto: É possível chocar ovos fora da casca?   Sex Jun 10, 2016 10:21 pm

É possível chocar ovos fora da casca?
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Será verdadeiro o vídeo mostrando orientais chocando ovos de galinha fora casca? Será que é possível nascer pintinhos fora da casca do ovo? Descubra conosco!
Um vídeo vem causando muita curiosidade nos usuários das redes sociais na ultima semana de maio de 2016. Com pouco mais de 3 minutos, essa filmagem – que parece ter saído de algum programa de TV japonês – já teve mais de 150 mil compartilhamentos em apenas uma semana no YouTube, além de já contar com mais de meio milhão de visualizações em apenas um dos canais onde foi publicado!
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O que chama a atenção no vídeo é que ele mostra um laboratório onde alguns alunos quebram ovos em um filme plástico e, após serem colocados em uma estufa, começam a mostrar sinais de incubação de um frango, que ao final do vídeo é visto caminhando pelo chão do laboratório.
Será que é possível que um ovo seja chocado fora da casca? Assista ao vídeo

Verdade ou Farsa?

Muitos curiosos, assim como nós do e-Farsas, questionaram se o vídeo é real ou não, sé é possível chocar um ovo fora da casca!
Para saber a resposta, recorremos à alguns amigos que aqui gostaríamos de citar e agradecer, que são a Karlla Patricia – Bióloga e criadora do excelente Diário de Biologia, e o Fernando Costa Straube que é Biólogo e pesquisador em Ornitologia desde janeiro de 1982, e é autor de centenas de títulos relacionados ao tema.
Por incrível que pareça, o vídeo é real !
O experimento foi realizado no Japão pelos professores Yutaka Tahara e Katsuya Obara e, de acordo com o artigo cientifico de 2014 ‘A Novel Shell-less Culture System for Chick Embryos Using a Plastic Film as Culture Vessels’, o método se chama shell-less (“fora da casca”, em tradução livre) e é usado para embriões de aves com alta taxa de eclosão e seria útil para a geração eficiente de frangos transgênicos, manipulações de embriões, a engenharia de tecidos e estudos básicos em Medicina regenerativa.
O método ainda apresenta várias vantagens, principalmente relacionadas com a preservação de aves raras. Esta técnica pode ser aplicada para se tentar salvar ovos que foram quebrados ou estão em risco de ruptura.

A taxa de sucesso é superior a 50%

O experimento consiste em criar uma especie de bolsa com o plastico filme, do mesmo tamanho e formato do ovo, onde o conteúdo do ovo é colocado. É importante que os ovos já estejam fecundados, e também que se tenha cuidado para não furar a gema!
É importante também que se mantenha as mesmas condições de umidade e temperatura e alguns detalhes não são revelados pelo professor para se preservar a técnica e não cair em mãos erradas.
O professor Tahara diz que desenvolveu este experimento para que seus alunos pudessem examinar o crescimento de embriões de galinha sem ter que matá-los, embora vários embriões inocentes morreram em seus mais de 30 anos de pesquisa.
Em uma entrevista à uma TV Japonesa o professor Yutaka Tahara conta sobre o experimento:




Atualização 06/06/2016

Para quem prefere a versão em vídeo, fizemos um resumo dessa história:


Conclusão

O vídeo que aparece estudantes japoneses fazendo um ovo chocar fora da casca é real, a técnica se chama shell-less e pode ser usada para tentar salvar ovos que foram quebrados ou estão em risco de ruptura.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Jun 10, 2016 10:40 pm

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Conhece os pássaros tropicais à solta em Lisboa?



Na Tapada da Ajuda como em Monsanto, no Jardim da Estrela, no da Gulbenkian ou no Parque Eduardo VII - em Lisboa basta estar atento para encontrar os periquitos-de-colar. São verdes e barulhentos e fazem qualquer jardim soar como uma floresta tropical.
Visite o ebird.org (site internacional que regista o avistamento de espécies) para ver por si mesmo. Lisboa é um grande pólo mas, nos últimos três anos, o Parque da Cidade, no Porto, também tem atraído os animais. Gonçalo Elias, ornitólogo e coordenador do site avesdeportugal.info, recomenda que se mantenha atento: "Estas aves passam muito tempo nas copas das árvores. O primeiro sinal surge quando ouvimos uns sons estridentes."

Ainda há quem se espante quando encontra o animal da família dos papagaios, natural da Ásia e da África, que anda por Lisboa desde os anos 80 (veja onde no mapa acima). É colorido e simpático, mas... pode ser uma ameaça? Gonçalo lembra que "são sempre potenciais causadores de danos". Pedro Geraldes, coordenador de um dos departamentos da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), explica porquê: "O problema é, essencialmente, a competição com as espécies de cá. Podem ocupar os locais de nidificação dos outros e impedir que se reproduzam." Em Portugal não se sabe quantos existem (nem a SPEA nem o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas têm números). Percebe-se que a população está a crescer mas ainda não de forma preocupante - por isso não há razão para a estudar mais a fundo.
 
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Fotogaleria.
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Em Espanha, a situação é outra. Não voam contra as janelas, nem atacam ou puxam cabelos. O cenário é um bocadinho diferente daquele que Hitchcock pintou: os ninhos do periquito-monge são tão grandes que sobrecarregam os ramos das árvores e em algumas regiões já afastaram os morcegos do seu habitat - são territoriais. O El Mundo lembra que também já se registaram estragos no cultivo de milho e girassol.

Em Madrid, a caturrita (outro nome pelo qual é conhecida a ave) já é considerada uma epidemia - há 20 mil exemplares deste animal que pode viver 12 anos e ter 50 crias. Madrid, Barcelona e Málaga são as regiões mais afectadas.

Não solte o seu animal
Da Ásia ou de África, há outras aves que encontraram habitat em Portugal, como o bengali-vermelho, o bico-de-lacre ou o mainá-de-crista.

Nos anos 80, a maior facilidade de transportar animais e a multiplicação das lojas para os vender trouxeram-nos para a rua. O periquito-de-colar começou a pousar nas árvores lisboetas, culpa da fuga acidental de uma (ou várias) gaiolas. Hoje, a lei não permite que liberte o seu animal exótico: o CITES (entidade que regula o comércio e a detenção de espécies) proíbe a introdução intencional de espécies não indígenas.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Jun 10, 2016 10:57 pm

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Cientistas argentinos revelaram na quarta-feira que identificaram restos de uma ave gigante que viveu há 50 milhões de anos na Antártida, cuja envergadura é a maior já registrada.

Os restos, encontrados nas proximidades da base argentina Marambio na Antártida, em 2014, foram identificados pela equipe de paleontólogos do Museu de Ciências Naturais de La Pampa (centro-sul).

"Há quase três anos começaram a aparecer restos do que pensávamos que podia ser esta ave, e depois encontramos um osso que confirmou que se tratava de um pelagornítido cuja envergadura, com as asas estendidas, ultrapassa 6,4 metros", disse à AFP Carolina Acosta Hospitaleche, pesquisadora neste projeto.

O paleontólogo Marcos Cenizo, diretor do Museu de La Pampa, confirmou que se trata do maior exemplar encontrado até hoje.

"O comprimento do úmero deste exemplar antártico é um pouco maior que a do Pelagornis sandersi, que era a ave com maior envergadura de asas de que se tinha registro até o momento", disse Cenizo, um dos autores do estudo publicado na revista científica Journal of Paleontology.

De acordo com Cenizo, "a forma de suas asas lhes permitiam planar e atravessar grandes distâncias sobre os oceanos".

Segundo especialistas, na Antártida conviviam dois tipos de pelagornítidos, um de até cinco metros de altura e de envergadura, e outro que ultrapassava sete metros.

As aves provavelmente desenvolveram tamanhos tão gigantescos há cerca de 50 milhões de anos, quando um período de aquecimento da temperatura dos oceanos provocou uma grande produtividade biológica dos mares antárticos, permitindo que os pelagornítidos e os pinguins tivessem alimento suficiente para crescer, disseram os pesquisadores.

Apesar da estatura, a espécie recentemente identificada teria sido bastante leve, pesando entre 30 e 35 quilos - "quase como uma pluma", disse Cenizo.


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