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 Noticias e Curiosidades

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José Luis
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Set 16, 2015 9:19 pm

PAN propõe criação de "pombais contraceptivos", com ovos de gesso, em Lisboa


A ideia é que as aves estabeleçam os seus ninhos nesses pombais e que os seus ovos sejam trocados por outros de gesso ou plástico, para "controlar" a natalidade da espécie.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] O partido Pessoas, Animais, Natureza diz que esta é uma solução vantajosa para pombos e humanos Enric Vives-Rubio

O partido Pessoas, Animais, Natureza (PAN) quer que a Câmara de Lisboa instale na cidade “pombais contraceptivos”, para resolver o “problema” do “excesso populacional de pombos”. A ideia é que as aves estabeleçam os seus ninhos nestas estruturas, sendo depois os seus ovos retirados do local e substituídos por outros “em gesso ou plástico”.
Uma recomendação nesse sentido vai ser apresentada esta terça-feira na Assembleia Municipal de Lisboa. No texto, o deputado do PAN sublinha que os pombais contraceptivos são já uma realidade em cidades como Paris, Munique, Amesterdão, Nova Iorque e Londres, e recomenda ao município lisboeta que adopte também esta forma de “controlar” a natalidade da espécie.
“É um método que respeita 100% as necessidades etológicas dos pombos, não invasivo, barato e que já é usado há largos anos com sucesso em outras cidades”, diz Miguel Santos. Para o deputado, são evidentes as “vantagens” para os pombos, esses “animais não humanos com quem partilhamos o mesmo espaço urbano há muito, muito tempo”: estes passam a ter “um local seguro para fazer os seus ninhos, por sua livre vontade, permitindo-lhes usufruir de voos livres pela cidade, tornando ao pombal sempre que queiram para se alimentarem e chocarem os ovos”.
Mas Miguel Santos acrescenta que a instalação de pombais contraceptivos tem também vantagens para os humanos, “a nível de custos, de logística, de enquadramento paisagístico e de higiene”. Isto porque, explica, “uma vez concentrados no pombal para nidificar e comer, as aves não irão mais procurar parapeitos ou telhados de casas e monumentos para o fazerem”.
Em termos práticos, aquilo que o PAN propõe é que se instalem na cidade “estruturas simples, para as quais os animais são atraídos a nidificar através da oferta de alimento, água e sombra”. Depois de as aves aí estabelecerem os seus ninhos, “equipas responsáveis limpam e cuidam do espaço, retirando também os ovos e assim prevenindo nascimentos”. A ideia, segundo se explicita na recomendação, é que os ovos retirados sejam depois substituídos por outros “em gesso ou em plástico”.   
E o que é que acontece aos ovos que são retirados aos pombos? “Imagino que sejam destruídos. Não tenho o know-how completo”, diz ao PÚBLICO Miguel Santos. Aquele que é o único eleito do PAN na Assembleia Municipal de Lisboa frisa que aquilo que se pretende é “controlar a população de pombos para um nível em que não se transforme naquilo que as pessoas designam por uma praga”.
Miguel Santos sublinha que esta é também uma forma de acabar com o abate de pombos na cidade, ou com “as matanças cíclicas”, como lhes chama. “Têm uma morte muito sofrida, que não se justifica”, diz, acrescentando que tanto quanto sabe nalguns casos os animais “são gaseados”.
No site da Câmara de Lisboa diz-se que o “programa de controlo da população de pombos” em prática “inclui a utilização de um contraceptivo oral”, que “não esteriliza as aves, mas apenas diminui a capacidade reprodutiva”. Num conjunto de perguntas e respostas sobre “pragas”, o município explica ainda que procede à “captura” de animais, “alguns” dos quais “são encaminhados para análise, a fim de despistar doenças de declaração obrigatória”. “Os restantes são abatidos”, conclui-se.
Também em informação divulgada na sua página, a autarquia lembra que “os incómodos causados pelos pombos traduzem-se em riscos para a saúde pública através da transmissão de agentes patogénicos existentes nas aves”, alertando para a possibilidade de estas transmitirem “doenças como a Salmonelose, a Criptococose, a Ornitose, especialmente aos grupos mais vulneráveis da população”. Alimentar os pombos, acrescenta-se, "é proibido, constitui contraordenação e é sujeito a coima".    
Num outro documento que vai ser discutido esta terça-feira na Assembleia Municipal de Lisboa, a informação escrita do presidente da câmara relativa ao período entre 1 de Junho e 31 de Agosto, refere-se que nesse horizonte temporal foram realizadas, “no âmbito do controlo de pragas”, “318 intervenções com pombos”. O PÚBLICO perguntou à câmara em que consistiram mas não obteve resposta. Também sem resposta ficou a pergunta sobre quantos foram os abates de pombos realizados no ano passado.   
À semelhança do que sugere agora o PAN, também na mais recente edição do Orçamento Participativo de Lisboa, cujas votações arrancam em Outubro, foi apresentada uma proposta para a construção de um pombal contraceptivo na cidade. “Poderá começar-se com um ‘pombal piloto’, instalado na famosa Praça do Comércio e, caso dê frutos, alargar posteriormente a outras zonas da cidade”, diz-se na proposta, na qual se defende que “é vital que a gestão do pombal seja feita pela câmara, em cooperação com ONG [Organizações Não Governamentais], por forma a garantir o cuidado necessário a um maneio ético do espaço”.
Já a recomendação do PAN fala em “projectos pilotos” sem avançar locais concretos. “Acho que será importante fazer em vários sítios, não tem qualquer contra-indicação”, diz Miguel Santos, que considera que a Praça do Comércio é uma possibilidade a considerar, por ser “uma zona simbólica importante”, na qual se poderia “mostrar como se faz”.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 4:44 am

Vigilantes da Natureza apreenderam armadilhas para aves na Praia de Faro




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Foto da Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza
Várias armadilhas para capturar pequenas aves foram encontradas e apreendidas por Vigilantes da Natureza do Parque Natural da Ria Formosa numa ação de fiscalização realizada na Praia de Faro.
Os vigilantes Silvério Lopes e Carlos Capela retiraram as armadilhas e ainda salvaram dois piscos-de-peito-ruivo, «uma pequena ave que se conhece bem pela mancha alaranjada que lhe ornamenta o peito», revelou a Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza.
«As armadilhas vulgarmente conhecidas por esparrelas, costelas ou loisas, são construídas de arame nas quais se coloca um isco, geralmente formigas de asas. As aves capturadas desta forma são para fins gastronómicos», segundo a associação, que salienta que esta prática é ilegal.
Algarve, Lisboa e Porto, são as regiões do país onde há mais captura ilegal de passariformes. «No Algarve destaca-se a captura para o petisco, em que o pisco-de-peito-ruivo e a toutinegra-de-barrete-preto são os que acabam mais frequentemente na frigideira», segundo os vigilantes de natureza.
«Esta atividade afeta a conservação da natureza e a perda destas aves torna a biodiversidade cada vez mais pobre. O decrescimento acentuado das espécies mais atingidas por este tipo de ações pode levar ao aumento significativo de pragas de insetos, dado que os passeriformes mais capturados são excelentes controladores naturais de pragas», acrescentou a associação.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 4:49 am

Surto da doença de Newcastle controlado

Desde finais de Junho que vinha afectando a população de pombos do Porto Santo



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"O surto da Doença de Newcastle detetado em finais de junho passado em pombos da ilha do Porto Santo está devidamente controlado, tendo esta passado de zona sob vigilância para zona livre da doença", anuncia esta manhã em comunicado a Secretaria Regional da Agricultura e Pescas.
"Assim, foram já desmanteladas todas as medidas de biossegurança que, nos termos da legislação aplicável, tiveram que ser tomadas, que consistiram, entre outras, no sequestro de 12 explorações com aves de capoeira suspeitas de contaminação, com a adoção de determinados procedimentos higiossanitários, e na introdução de pedilúvios e rodilúvios com solução desinfetante nos pontos de saída aérea e marítima daquela ilha", explica. "Estas disposições de contingência foram determinantes para impedir a disseminação do agente etiológico para outras áreas geográficas, nomeadamente para a ilha da Madeira".
Ao mesmo tempo, a SRAP, através da Direção Regional de Agricultura, vacinou e revacinou cerca de 3 mil aves de produção saudáveis existentes na ilha, "a título gratuito", garante, "apesar de maioritariamente galinhas, igualmente um elevado número de pombos", pertencentes a 50 pessoas.
"Recorde-se que a Doença de Newcastle também conhecida por Pseudopeste Aviária ou Pneumoencefalite Aviária é uma doença epizoótica, de etiologia vírica, que afeta todas as espécies avícolas com especial incidência nas galinhas, perus, pombos e algumas aves selvagens (migratórias e exóticas), e que se traduz normalmente numa elevada mortalidade em aves de todas as idades, com rápida disseminação no caso de aves jovens", esclarece.
E acrescenta: "Pese a situação estar debelada, como prevenção é ainda recomendado que não ocorram movimentações de aves de capoeira vivas ou de ovos, entre detentores do Porto Santo; todas as aves sejam mantidas em locais de alojamento fechados, de modo a não contatarem com outras aves (selvagens ou não) salvaguardando sempre o bem-estar das mesmas, e o alimento e a água de bebida deverão ser colocados à disposição dos animais de modo a que as aves de vida livre ou silváticas não possam aceder aos mesmos."
O Governo Regional termina agradecendo o "trabalho prestado pela equipa de médicos veterinários da Secretaria Regional de Agricultura e Pescas, como toda a colaboração prestada pela Direção Regional para a Administração Pública do Porto Santo, designadamente através do seu Centro de Atendimento Veterinário do Porto Santo, o Aeródromo de Manobra n.º 3 do Porto Santo, o Aeroporto do Porto Santo, o Porto do Porto Santo, a Porto Santo Line, o Ministério Público, bem como a PSP, a GNR, e o Corpo de Polícia Florestal".


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 4:51 am

Experiências de falcoaria na Pousada Castelo de Óbidos


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um local com um inegável património histórico e cultural e com incontáveis lendas e histórias de amor, a Pousada Castelo de Óbidos proporciona este Outono/Inverno experiências de falcoaria para toda a família.
Para além de poderem tomar café no restaurante da Pousada acompanhados por uma ave de rapina, ou assistir a espectáculos gratuitos de voos livres, que se realizam de quarta-feira a domingo, por volta das 17H00, os clientes podem ainda, mediante marcação prévia, participar nos ateliers “A arte de caçar com aves” ou “Falcoeiro por um dia”. Nestes ateliers, crianças e adultos podem ter um contacto mais próximo com estas aves, conhecer um pouco mais sobre a história da falcoaria e adquirir alguns conhecimentos básicos sobre segurança, técnicas de treino e maneio destes animais.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 4:54 am

Canindé com vermelha cria a arara híbrida e "nova espécie" já preocupa

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Casal de araras com filhote híbrido. (Foto: Vinicius Santana/Instituto Arara Azul)
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As araras hibridas, resultado do cruzamento da espécie vermelha com a canindé, embelezam o céu de Campo Grande, mas os especialistas da área estão preocupados com a situação. Isso, porque a mistura acontece, pelo menos na maioria das vezes, com intervenção do homem em cativeiro.

Porém na Capital, a cruza das araras de espécies diferentes agora está ocorrendo na natureza. O primeiro registro de arara hibrida foi há quase cinco anos em um ninho na rotatória da Avenida Interlagos, de acordo com a presidente do Instituto Arara Azul, Neiva Guedes.
Hoje, são pelo menos oito araras adultas e quatro filhotes híbridos que são monitoradas e acompanhadas pelos pesquisadores. “Elas são lindas, mas podemos dizer que se trata de uma aberração”, diz a professora e pesquisadora do programa de pós-graduação de meio ambiente da Uniderp. 
A especialista explica que hoje há três espécies em Mato Grosso do Sul. São elas, a azul, vermelha, canindé e a hibrida. “Não é bom para a natureza, não sabemos o que isso pode gerar no futuro”, destaca. Ela acrescenta que o assunto é bastante polêmico entre os especialistas em Biologia.
Conforme o biólogo Edson Diniz, o filhote de uma cruza hibrida pode se reproduzir, mas ainda não se sabe se o filhote dele consegue fazer o mesmo, ou seja, a hibridização reduz a fertilidade. “A variação que acontece com eles é muito grande, inclusive, de acompanhamento e comportamento com os filhotes”, afirma.
Segundo Neiva, no total, hoje vivem na cidade cerca de 400 araras e há registro também das araras azuis na Cidade Morena, que antes eram encontradas apenas no Pantanal. “As araras estão na cidade porque existe ambiente para elas. E se é bom para elas, melhor ainda para a população que tem uma cidade bem arborizada, com árvores frutíferas variadas dando suporte à biodiversidade”.
O que cada espécie come e a migração das araras vermelhas é um dos interesses do fotógrafo Vinícius Santana. Ele mantém no Facebook a página Grupo Araras de Campo Grande, com 2.541 seguidores. Vinícius fez vários registros de araras hibridas na cidade.
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Hoje, são pelo menos oito araras adultas e quatro filhotes híbridos que são monitoradas e acompanhadas pelos pesquisadores.(Foto: Vinicius Santana/Instituto Arara Azul)


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 4:57 am

EUA inclui duas araras à lista de espécies em perigo


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A caça ilegal e a perda do hábitat levaram duas araras típicas da América Central e do Sul a engrossar a lista das espécies correndo risco de extinção - informaram funcionários americanos nesta quinta-feira.
A arara-militar e a arara-militar grande "estão em risco de extinção em toda sua área de distribuição", informou o escritório americano dedicado à proteção da vida silvestre (US Fish and Wildlife Service, FWS).
"Os atuais mecanismos regulatórios planejados para proteger essas araras não são adequados", acrescentou o órgão, em uma nota.
Essa decisão torna ilegal matar, perseguir, ou ferir essas aves; importá-las, ou exportá-las, de ou para os Estados Unidos e transportá-las através das fronteiras estaduais e nacionais.
Com essa lista, o FWS garante que as pessoas "sujeitas à jurisdição dos Estados Unidos não contribuam para uma queda maior das espécies" ali assinaladas.
A arara-militar vive nas selvas tropicais do México e da América do Sul.
A nova disposição será publicada no Diário Oficial desta sexta-feira e entra em vigor em um mês, em 2 de novembro.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 4:59 am

Águia foge de ONG e moradores ficam em alerta na Inglaterra: “Pode matar seus filhos”

Uma águia-de-cabeça-branca fugiu do centro de tratamento The Raptor Centre, no condado de Kent, no extremo sul da Inglaterra, na última terça-feira (29). Após a organização comunicar a falta do animal, os moradores da região estão procurando evitar deixar que seus filhos e animais de estimação permaneçam muito tempo em áreas abertas.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Helga, a águia-de-cabeça-branca do Raptor Centre. (Divulgação)
Conhecidas por serem as “águias tradicionais”, as águias-de-cabeça-branca são o símbolo dos Estados Unidos e conhecidas por serem predadoras oportunistas. Com até 2,5 metros de envergadura, essa ave de rapina dá investidas que podem atingir velocidades de até 160 km/h e consegue carregar guaxinins, castores e até mesmo cordeiros. No entanto, tem preferência por peixes e pequenos mamíferos.

Helga – como é conhecida a ave que fugiu do Raptor Centre – tem 17 anos de idade e foi criada em cativeiro por Eddie, um dos tratadores da ONG. Ela foi vista pela última vez na floresta de Ashdown, na última quarta (30).
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Veronica, uma das tratadores do santuário de aves de rapina. (Divulgação)
De acordo com o jornal britânico The Sun, os moradores locais temem por seus bichos de estimação e até por suas crianças e, por isso, estão alertando os demais.
Um deles, porém, admitiu que tem receio pelos animais domésticos, mas acredita que a águia não representa uma ameaça às pessoas. “Eu definitivamente vou manter meus cachorros dentro de casa. Não acho que nossas crianças correm perigo, mas eu com certeza não quero um pássaro gigante por aí carregando um dos meus cães.”
Veronica, que administra o santuário junto com Eddie, explicou que Helga sumiu durante um voo de exibição. “Nós cuidamos dela durante quase toda a sua vida e obviamente queremos que ela retorne”, afirma a especialista, que também disse que a expectativa é de que a águia volte depois de se esconder alguns dias pela mata.
“A última vez que ela desapareceu foi há 10 anos. Isso é extremamente raro. Se alguém vê-la, seria ótimo se nos contactasse”, acrescentou. "Por favor, não se aproximem dela nem tentem dar comida. Para animais criados em cativeiro, estar livre de repente pode ser um verdadeiro choque."


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 5:05 am

Como escolhemos os nossos parceiros? Os pássaros explicam
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Ao contrário de outras espécies, não temos uma época de acasalamento fixa e a nossa ligação a um (a) parceiro (a) depende de inúmeras – e misteriosas – variáveis. Mas uma equipa de cientistas alemães decidiu perceber o que nos distingue através de uma espécie muito parecida com a nossa em termos de hábitos amorosos: os mandarins, pássaros pequenos, que escolhem um parceiro e com ele se reproduzem, estando, quer fêmea, quer macho, encarregues dos cuidados das crias nos primeiros tempos da vida delas.
A equipa, do Instituto Max Planck para a Ornitologia, publicou os resultados do estudo na revista PLOS Biology, tendo reunido para a experiência um conjunto de 160 aves (metade de cada género) numa espécie de sessão de speed dating (encontro rápido para seleção do parceiro). Deixaram que 20 fêmeas escolhessem livremente outros tantos machos. Esses pares formaram-se então rapidamente, tendo os cientistas libertado metade deles para seguirem em ‘lua-de-mel’ na natureza.
Os outros dez foram então sujeitos à experiência-chave de todo o estudo: os cientistas separam-nos e obrigaram-nos, em ambiente controlado, a juntarem-se e a procriarem com outros parceiros que não eram da sua escolha. Resultado: apenas 37% dos ovos dos pares unidos ‘à força’ tinham sido fertilizados e deram origem a crias saudáveis. Apesar de procriarem, as cópulas entre os ‘casais’ eram muito menos frequentes dos que se juntavam por opção, principalmente por reação da fêmea, mais arredia aos avanços do macho.
Os autores concluíram que o gosto dos mandarins nesta matéria é muito variável e que eles escolhem parceiros que lhes parecem estimulantes de uma forma pouco evidente para o observador. E dessa escolha depende a reprodução da espécie. As semelhanças com os seres humanos, assegura o grupo, são muitas…


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 5:49 am

Em Poços de Caldas, empresário vê as aves do morro do Cristo Redentor

A área de um dos mais famosos cartões-postais da cidade mineira é um refúgio para belas aves, como o surucuá-variado.



[
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Surucuá-variado avistado no morro do Cristo Redentor (Cairo Henrique Rezende Gonçalves/Você no TG)

Cairo Henrique Rezende Gonçalves, de Pouso Alegre (SP), é microempresário. Há 3 meses, por influência de um amigo, descobriu os prazeres de fotografar a natureza. “Um amigo de Ubatuba (SP) me levou com ele para observar e registrar aves. Gostei tanto da brincadeira que comprei uma máquina fotográfica. Agora, saio regularmente em busca de novos registros”, diz.
Durante uma viagem a Poços de Caldas (MG), Cairo resolveu caminhar nas proximidades do Cristo Redentor, no alto da Serra de São Domingos, para “passarinhar”. O sucesso do passeio é refletido nas fotos da seriema, do tico-tico e do tucano-de-bico-verde.
O passeio ainda guardava uma surpresa. Quando já estava indo embora, o microempresário fora presenteado com um surucuá-variado. “Foi um registro especial, pois ele parecia um filhotão. Muito manso, ficou quietinho o tempo todo e pude observá-lo por um bom tempo”, conta.
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Seriema, tico-tico, tucano-de-bico-verde e surucuá-variado


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 5:52 am

Peixe-frito-pavonino é registrado em área preservada na cidade de Araras

Ave de nome popular curioso é reconhecida pela cauda longa com a qual procura alimentos no chão, como minhocas e insetos.




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Peixe-frito-pavonino pousa em mata preservada no município de Araras (Gustavo Muniz/Você no TG)
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Ave exibe a longa cauda (Gustavo Muniz/Você no TG)

Gustavo Muniz, de Araras (SP), é fotógrafo ambientalista e guia de observação de aves. Tem por hábito percorrer a cidade registrando preciosidades que se exibem nas matas preservadas. Para o Terra da Gente, Gustavo fotografou o peixe-frito-pavonino (Dromococcyx pavoninus), ave que chega medir até 30 centímetros de comprimento.
“Já estava há um ano e meio atrás dessa espécie e agora tenho o privilégio de clicá-la frequentemente. É um sonho realizado”, diz.
Um comportamento curioso da espécie é o uso da cauda e das asas para procurar alimento, geralmente minhocas e pequenos insetos escondidos nas folhas caídas pelo chão.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Out 11, 2015 5:55 am

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Seriema usa capota de carro para pousar e é fotografada por bióloga

Ave típica do Cerrado por flagrada por Daniele Rubim durante um passeio a Pirassununga, cidade do interior de São Paulo.




   

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Em Pirassununga, seriema descansa em capota de carro  (Daniele Cristina Toschi Rubim/Você no TG)

Daniele Cristina Toschi Rubim, de Campinas (SP), é bióloga e adora fotografar a natureza, principalmente as aves. Talvez por isso, quando estava a passeio em Pirassununga, cidade do interior de São Paulo, fora contemplada com a presença de uma seriema (Cariama cristata) pousada na capota de um carro. “Eu, como bióloga, não podia perder esse momento e registrei”, conta.
Típica do Cerrado brasileiro, a seriema gosta de ser notada. Seja pelo porte imponente e cauda longa, seja pelo canto alto e longo, que pode ser ouvido a mais de um quilômetro.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Out 21, 2015 11:00 pm

Irão proíbe fármaco veterinário que dizimou abutres da Ásia



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O Irão, um dos principais redutos das aves de rapina migradoras no Médio Oriente, proibiu o fármaco veterinário diclofenac, que dizimou várias populações de abutres na Ásia e que já tinha sido banido na Índia, Paquistão e Nepal, noticia a BirdLife International no seu sítio web.
O representante do Irão na reunião dos signatários do Memorando de Entendimento sobre a Conservação de Aves de Rapina Migradoras em África e Eurásia (Raptors MOU, sigla em inglês), que teve lugar em Trondheim (Noruega) entre os dias 5 e 8 de outubro, anunciou que o Departamento de Ambiente do país asiático proibiu a importação, exportação, produção e uso do diclofenac veterinário.
O medicamento é usado no tratamento de gado, tendo recentemente começado a ser comercializado na UE, apesar de já ter sido proibido em vários países do Sul da Ásia. Com efeito, o fármaco é apontado como a principal causa do declínio de 99% das populações de três espécies de abutres, tendo uma campanha da BirdLife culminado na sua proibição na Índia, Paquistão e Nepal, em 2006.
Agora, fruto da colaboração com o Departamento de Veterinária e o grupo não-governamental de ornitologia Tarlan, os titulares da pasta do Ambiente do Irão tomaram a mesma decisão na expectativa de que “esta iniciativa beneficie não só a conservação dos abutres mas também a das muitas outras espécies de aves rapina”.
A medida foi saudada pelo coordenador executivo no Abu Dhabi da Convenção sobre espécies Migradoras Raptors MOU: “A decisão do Irão de banir o diclofenac é um importante passo na proteção dos abutres da região da África-Eurásia”, disse Lyle Glowka. E o responsável acrescentou: “É uma demonstração clara da preocupação e da liderança do país no que diz respeito à conservação das espécies de rapinas migradoras.”
Por seu lado, a BirdLife, que tem vindo a lutar por uma decisão semelhante noutros territórios, nomeadamente a UE, espera que o Irão seja tomado como exemplo: “Esta façanha importante da República Islâmica do Irão constitui um exemplo a seguir por outros estados abrangidos pelas áreas de distribuição de abutres”, afirmou Ibrahim Khader, diretor regional do secretariado da BirdLife no Médio Oriente.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Out 21, 2015 11:02 pm

Um cientista liderou uma expedição para encontrar uma misteriosa espécie de pássaro. Encontrou-a. Mas matou-a de seguida, numa prática-padrão dos biólogos de campo, que gerou controvérsia.
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A espécie Moustached Kingfisher (Bigodudo), caracterizada pelo seu pêlo colorido em tons de laranja e azul.
Autor

O cientista Cristopher Filardi demorou cerca de 20 anos a encontrar uma espécie de pássaro, os Moustached Kingfisher (Bigodudos), de que ainda se sabe muito pouco. A sua busca pela espécie misteriosa foi incansável. Filardi liderou a expedição que foi desde as ilhas Salomão até à Oceânia, conseguindo finalmente localizar o animal, identificá-lo e fotografá-lo pela primeira vez na história. Tratava-se de um macho da espécie Bigodudo, e foi encontrado na reserva de Tetena-Haiaja.
Mas a descoberta de Filardi gerou polémica e não foi bem recebida por alguns elementos da comunidade científica, já que o cientista matou o animal depois de o encontrar, para integrar o estudo científico da sua coleção de aves. “Supostamente colecionar significa matar (…) até quando vai durar esta prática?”, pergunta um professor de ecologia e biologia da Universidade do Colorado, Marc Bekeooff, segundo o El País.

Cristopher Filardi, que é diretor de Programas do Pacífico para o Museu Americano de História Natural do Centro para a Biodiversidade e Conservação, veio fazer entretanto alguns esclarecimentos, na National Audubon Society, depois da controvérsia gerada a propósito da morte do pássaro. “O nosso trabalho de campo não foi apenas sobre encontrar o Bigodudo. Esta não foi uma caça ao troféu”, disse. Esclareceu ainda que a decisão de recolher uma espécime individual faz parte do trabalho de levantamento que reflete uma prática-padrão dos biólogos de campo.
Citação :
Passei muito tempo em florestas remotas (…) tenho observado populações inteiras de aves diminuir e desaparecer na sequência de operações de exploração madeireira mal geridas (…) a verdadeira descoberta não passava apenas por encontrar a espécie, mas descobrir que o mundo onde ela habita ainda prospera de uma forma rica e natural.”
Sobre as acusações da sua atitude contribuir para a possibilidade de extinção da espécie, o cientista também explicou que se estima que existam cerca de 4.000 exemplares, o equivalente a uma superpopulação “O Bigodudo, apesar de ser uma ave de que pouco se sabe e que não tem sido estudada, não é uma ave rara e não está em perigo”, disse Filardi, explicando que a eutanásia de um animal pode contribuir para salvar todos os outros.
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Out 21, 2015 11:08 pm

O bico de pássaro que vale mais do que os dentes de elefante


O calau-de-capacete possui uma espécie de capuz, do bico ao crânio, que pode valer mais do que o marfim. E por isso milhares destas aves são mortas todos os anos.
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O capacete do Rhinoplax Vigil pode valer mais do que o marfim dos elefantes
sciencephotolibrary



O Rhinoplax Vigil é um dos pássaros mais valiosos do mundo. E por isso está em vias de extinção. Porque o seu bico pode ser mais valioso do que o marfim dos dentes de elefante.
Esta ave é também conhecida como calau-de-capacete. Sendo que calau é o nome dado às aves pertencentes ao grupo dos Bucerotiformes, conhecidos igualmente como bicos-de-corno ou bicos-de-serra. Este grupo de aves é composto por cerca de 50 espécies, que habitam, normalmente, em zonas tropicais. A sua característica principal é o bico pronunciado, em forma de corno, que se estende até ao crânio.

É o caso do calau-de-capacete, que habita na Malásia e na Indonésia. Uma ave de grande porte que pesa à volta de 3 quilos, sendo que o seu “capacete”, que se estende ao longo do crânio, é responsável por 11% do seu peso total.
Como conta a BBC, o capacete é utilizado pelos machos para lutar uns com os outros, e tanto machos como fêmeas utilizam-no para retirar insetos em troncos de árvores em decomposição. Possuem um tamanho até 2 metros e são conhecidos como “os agricultores da floresta” devido ao importante papel na distribuição de sementes através das suas fezes.
Segundo Noriku Tsuchiya, curador da da secção japonesa do Museu Britânico, “infelizmente desde o princípio do século XX o calau-de-capacete tornou-se muito raro por causa da caça e agora o comércio legal é limitado a antiguidades certificadas.” Isto porque durante centenas de anos o artesanato chinês utilizou este material para criar artefatos e o Japão para fazer os cintos presentes nos tradicionais kimonos.
Apesar de ser ilegal, o “marfim” deste pássaro pode chegar a valer mais de 5 mil euros o quilo, o que leva os contrabandistas a arriscar a pena de prisão para capturar as aves. Um problema semelhante atingiu, e continua a atingir, os elefantes, mas Hadiprakarsa avisa que se “ninguém prestar atenção, o pássaro vai-se extinguir.”
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É complicado observar estes animais. Mas não ouvi-los. A banda sonora das florestas das ilhas de Sumatra e do Bornéu é quase totalmente preenchida pelos sons destas aves.
Apesar de se manterem escondidos e discretos, milhares destes pássaros são mortos devido ao seu “capacete”, que pode valer mais do que o marfim dos dentes de elefante. Entre 2012 e 2014 foram confiscados mais de 1.000 exemplares a contrabandistas só na província de Kalimantan na Indonésia. Como diz à BBC Yokyok Hadiprakarsa, um investigador desta espécie, estima-se que cerca de 6 mil pássaros morram  todos os anos na Ásia Oriental.
O calau-de-capacete tem também uma importância simbólica. Isto porque é o símbolo oficial das províncias indonésias de Kalimantan Ocidental e do povo do Bornéu


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Seg Out 26, 2015 10:06 pm

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DR Ted Richards é apaixonado por papagaios . Remove orelhas para ficar parecido com papagaio Inglês procura médico que lhe transforme o nariz num bico. Por P.Z.G. Ted Richards, de 56 anos, gosta tanto de papagaios que quer ficar o mais parecido possível com os seus animais favoritos. Para isso, o inglês, natural de Bristol, submeteu-se a uma cirurgia de seis horas para remover as orelhas. O homem, que já tatuou a cara e os olhos para se parecer mais com as coloridas aves não podia estar mais feliz. "Eu acho que ficou fantástico. Adoro o resultado. Foi a melhor coisa que alguma vez me aconteceu. Cheguei a casa e disse ao meu papagaio ‘Blimey’ que o vento me tinha levado as orelhas. Rimo-nos todos", contou Ted Richards à agência South West News Service. Richards, reformado, admite no entanto que teve dificuldades em manter os óculos na cara, até que os médicos lhe implantaram dois pequenos pinos de metal nos dois lados da cabeça. O inglês não quer que a transformação fique por aqui: Richards procura agora um cirurgião plástico que lhe transforme o nariz num bico. Não deixe de nos seguir no Facebook.
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Out 28, 2015 10:29 am

Gosto sempre de ler este topico, no entanto ele há cada noticia, transformar o nariz em bico. nofixe



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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Nov 08, 2015 12:51 am

Livro “A paixão pelas aves, desde Trás-os-Montes” apresentado em Ribeira de Pena
O fotógrafo Nuno Silva apresentou no Auditório Municipal de Ribeira de Pena, o seu mais recente livro “A paixão pelas aves, desde Trás-os-Montes”, com prefácio de Daniela Santiago, editado pelo Núcleo Regional da Quercus de Vila Real e Viseu.
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Esta obra que reúne imagens que captam de modo único e sublime diferentes espécies de aves no seu habitat natural é fruto de diversas viagens e longas horas de espera vividas por Nuno Silva que confessou adorar a fotografia em todas as suas vertentes, “mas que fotografar a natureza é qualquer coisa fascinante, principalmente as aves”.
Na sessão de apresentação esteve presente o presidente da Direção Nacional da Quercus, João Branco, que elogiou a qualidade deste trabalho de Nuno Silva e o seu potencial para alertar a sociedade para a conservação da natureza e dos ecossistemas.
Por sua vez, o presidente da Assembleia Municipal, João Noronha, considerou o livro um bom ponto de partida para um estudo mais aprofundado da avifauna, salientando que a fotografia da vida selvagem é uma excelente forma de divulgação do património natural da região.
uma excelente forma de divulgação do património natural da região.
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Última edição por José Luis em Dom Nov 08, 2015 1:17 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Nov 08, 2015 12:56 am

Rola brava com estatuto "vulnerável" na lista vermelha das espécies

Há, no entanto, "boas notícias": o regresso de outras espécies que estavam extintas em Portugal, ou que tinham desaparecido durante décadas



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A rola brava passou a ter um estatuto de "vulnerável" na nova lista vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza. Uma situação que a Quercus atribui principalmente à caça.

"Uma das situações que merece destaque é a da rola brava que passou para estatuto vulnerável e é mais um reconhecimento daquilo que já vínhamos alertando nos últimos anos", disse à agência Lusa Samuel Infante, da associação ambientalista.

Como sinais positivos, Samuel Infante referiu o regresso de algumas espécies de aves que estavam extintas em Portugal, ou que tinham desaparecido durante décadas.
Citação :
"Temos boas notícias. Algumas espécies estão a regressar, como a água imperial ibérica, a sétima ave de rapina mais ameaçada do mundo e tem populações em Portugal e Espanha"

Isto depois de terem enfrentado problemas como veneno, tiros, eletrocussão, nas linhas elétricas, e corte das árvores, onde nidificam.

A Quercus entregou recentemente uma petição à ministra da Agricultura, para obter uma moratória para a rola, argumentado que a população desta ave desceu mais de 70% nos últimos 10 anos.

"Os resultados estão aí, já era expectável e já havia vários estudos a apontar para uma tendência populacional de decréscimo muito acentuado", salientou Samuel Infante, defendendo ser "impossível o governo português continuar a ignorar estes dados científicos".

A continuar a atual situação, "estamos a pôr em causa não só a gestão da espécie, mas também a própria atividade cinegética", alertou o ambientalista.
 

40 espécies em "perigo crítico"


Segundo a lista de 2015 da UICN, hoje divulgada, mais de 40 espécies de aves encontram-se em “perigo crítico” de extinção no mundo.

O zarro, um pato mergulhador, passou para estatuto "vulnerável", e Samuel Infante refere que "há um problema também com a caça às espécies aquáticas", tendo a Quercus alertado para "o tipo de atividade que se faz, a forma como se caça, ao fim do dia", além de que os períodos de nidificação se sobrepõem à caça.

Também para o zarro, a Quercus pediu mudanças ao Ministério liderado por Assunção Cristas, mas ainda não foi bem-sucedida. Esta é uma espécie tradicionalmente da atividade cinegética, mas, "com este decréscimo populacional, não pode continuar a ser caçada", salientou.

"É consensual, até no próprio setor cinegético e há imensas associações de caçadores que estão a favor de uma moratória, não entendemos o que se passa com o Ministério", apontou Samuel Infante, apesar de reconhecer que "não é só proibindo a caça que se vai resolver o problema, mas é um sinal claro político".

O ambientalista referiu ainda espécies como o abutre do Egito, o rolieiro ou o chasco-preto, que também "continuam em declínio".

Outro exemplo positivo, além da águia imperial ibérica, é o abutre preto que esteve 40 anos extinto e, em 2010, voltou a nidificar em Portugal, existindo dez casais na área do Douro Internacional, em Castelo Branco e em Morão-Barrancos, resultado do aumento da população em Espanha e da redução dos fatores de risco.

Segundo a lista de 2015 da UICN, seis das 11 espécies de abutres africanos são os que enfrentam um perigo real de extinção, assim como aves marinhas e limícolas.

“Felizmente, 23 espécies melhoraram o seu estado de conservação e passaram a uma categoria com menor risco de ameaça”, refere em comunicado a organização.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Nov 08, 2015 1:11 am

Biólogos descobrem porque os corvos realizam 'velório' de seus semelhantes
Redação RedeTV!

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(Foto: Reprodução/National Geographic)
Biólogos da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, analisaram o comportamento dos corvos e chegaram a uma conclusão para explicar o ato de 'fazer um valório' que é realizado pela espécie. 
O estudo, que foi publicado no dia 14 de outubro no site "Mother Nature Network", buscava encontrar uma explicação para o fato de que quando um corvo morre, muitos outros se reúnem ao redor do corpo. 

Leia Também

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  • Corvo vira hit ao recolher lixo e colocar na lixeira
  • Ciclista filma o momento em que é atacado por um corvo

Os biólogos Kaeli Swift e John Marzluff chegaram à conslusão de que esse ritual se trata de um 'momento de estudo' no qual as aves procuram verificar o que causou a morte do seu semelhante e como podem evitar situações que levem ao mesmo fim. Dependendo do motivo relacionado à morte da ave, os outros corvos podem tirar informações importantes, pois são capazes de gravar rostos de outras criaturas e guarda-los por até seis semanas na memória, além de conseguirem trocar informações entre si para evitar circunstâncias que analisaram como perigosas.
O estudo
Para iniciar a pesquisa, Kaeli Swift espalhou amendoins e folhados de queijo no chão para atrair as aves. Enquanto ela observava à distância, outra pessoa, com uma máscara de látex, foi até a concentração dos animais carregando um espécime de corvo empalhado. Nesse momento as aves que estavam se alimentando passaram a atacar o mascarado e isso porque ele carregava o animal morto.
Como os corvos gravam o que representa ameaça, nesse caso a face da pessoa, mesmo que ela retorne de mãos vazias nas próximas seis semanas, ela será repreendida. Eles evitam até mesmo a fonte de comida que há no local, se avistam uma pessoa com um corvo morto nas mãos.
A situação não se repete se, por exemplo, o pássaro morto for um pombo. Nesse caso, segundo a constatação, eles vão cercar o indivíduo por apenas 40% do tempo usual. Além disso, não se importarão em retornar ao local da fonte de comida.
A bióloga Kaeli Swift disse: “Já se sabe com fortes evidências que os animais que vivem em grupos possuem habilidades cognitivas mais avançadas. De acordo com o que sabemos, é incrível pensar que pássaros – no caso os corvos – fazem algo que somente algumas espécies realizam”, afirmou a pesquisadora.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Nov 08, 2015 1:14 am

Portugal e Espanha juntam-se para salvar aves em perigo

O “LIFE Rupis” é um projecto transfronteiriço, financiado pela União Europeia em território ibérico, para preservar águias e abutres.
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Há um novo projecto para reforçar as populações de aves rupícolas no Douro Internacional como a águia-perdigueira e o britango. Envolve nove entidades dos dois lados da fronteira e já está no terreno.

"Com uma duração de quatro anos, o projecto pretende implementar acções que visam reforçar as populações de águia-perdigueira e britango na área transfronteiriça do rio Douro, através da redução da mortalidade destas aves e do aumento do seu sucesso reprodutor", explica o coordenador da iniciativa, Domingos Leitão, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA).
Os oito parceiros da SPEA neste projecto são a Associação Transumância e Natureza, Palombar, Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, Junta de Castilla y León, Fundación Património Natural de Castilla y León, Vulture Conservation Foundation, EDP Distribuição e GNR.
O “LIFE Rupis” é um dos mais recentes projectos financiados pela União Europeia em território ibérico, destaca-se por ser um projecto transfronteiriço, com acções concertadas dos dois lados da fronteira, e abrange a Zona de Protecção Especial (ZPE) do Douro Internacional, Vale do Rio Águeda e a Zona de Especial Protecção de Aves (ZEPA) de Arribes del Duero.
Entre as várias acções previstas destaca-se a alimentação artificial dirigida ao britango, baseada numa rede de alimentadores fixos e móveis, que irá permitir o aumento da disponibilidade de alimento perto dos locais de reprodução da espécie.
“Pela primeira vez em Portugal vão ser marcados britangos com emissores de satélite, para seguimento à distância e investigação dos seus hábitos dispersivos e migratórios”, avança Domingos Leitão, da SPEA, realçando que o britango e a águia-perdigueira estão em perigo de extinção, tanto em Portugal como em Espanha.
"O britango é o abutre mais pequeno da Europa. Está classificado como 'em perigo' no território Europeu, onde as suas populações registaram um decréscimo de 50% nos últimos 40 anos, e uma elevada perda de 'habitat'", concretiza.
Já a águia-perdigueira tem um estatuto de “quase ameaçada” na Europa, devido ao decréscimo populacional e à pressão sobre as suas populações.
Na área abrangida pelo projecto existem 13 casais de águia-perdigueira e uma das mais importantes populações de britango da Península Ibérica, com 116 casais.
O projecto para salvaguardar as aves ameaçadas prevê a realização de “acções pioneiras de combate ao uso ilegal de venenos, com equipas da GNR que utilizam cães treinados, a correcção de linhas eléctricas com equipamentos anti-electrocussão e anti-colisão de aves dos dois lados da fronteira e a elaboração de um plano de acção transfronteiriço para a conservação do britango”.
Serão geridos mais de mil hectares de habitats importantes para as espécies alvo e criada uma cerca móvel para alimentação de aves necrófagas, para reforçar territórios com escassez acentuada de alimento.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Nov 08, 2015 10:50 am

fixe


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 25, 2015 11:22 am


Estudo mostra que as pombas podem ajudar a detetar cancro da mama

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Um estudo recente mostrou que as pombas podem conseguir identificar tecido canceroso em mamografias e imagens digitalizadas.

As pombas não têm uma grande reputação mas, caso o estudo de Richard Levenson, professor de patologia na Universidade da Califórnia, se confirmar, o caso pode mudar de figura.

O estudo, recentemente publicado na Plos One, mostra que estes animais foram capazes de distinguir entre imagens com tecido saudável e tecido canceroso.

A equipa de investigação apresentou 144 imagens a preto e branco e a cores a oito pombas, sendo que depois estas tinham de optar por uma tela azul ou amarela para indicar a que categoria pertencia o tecido, conta a BBC.

Sempre que acertavam, as pombas eram recompensadas com comida. Pelo contrário, quando erravam continuavam a ver imagens.

Duas semanas depois, a precisão destas aves aumentou de 50% para 85% e, para evitar que pudessem memorizar as imagens em questão, os cientistas foram intercalando as já existentes com outras novas.

Já na segunda experiência, na qual tinham de identificar microcalcificações, elementos muito associados ao cancro, os resultados também foram positivos. No total, as respostas combinadas das oito pombas somaram, a nível de precisão, um resultado de 99%.

O único teste que mostrou resultados menos bons foi aquele no qual as aves tinham de identificar massas estranhas nas mamografias. Apesar de terem conseguido detetar a sua presença, não conseguiram determinar se eram benignas ou malignas.

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As pombas tinham de optar por uma tela azul ou amarela para indicar a que categoria pertencia o tecido



Com um cérebro mais pequeno do que a ponta de um dedo, as pombas são, no geral, vistas como animais pouco inteligentes e que só servem para incomodar. Mas, depois deste estudo, muitos seres humanos vão ter de admitir que estão errados.

Apesar do tamanho do cérebro, estas aves têm uma inteligência visual que supera a dos humanos, isto porque enquanto os nossos olhos possuem três recetores de cores, os das pombas têm cinco.

Além disso, são animais que têm uma visão periférica muito melhor do que a nossa, tal como defende Edward Wasserman, co-autor do estudo e professor na Universidade de Iowa.

É certo que as pombas não vão substituir os radiologistas dos hospitais nem das clínicas mas, segundo os investigadores, podem vir a ser uma grande ajuda para avaliar novas técnicas de análise.
in: zap.aeiou.pt
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Seg Fev 08, 2016 7:03 pm

Pássaros podem teorizar sobre a mente dos outros, mesmo aqueles que não enxergam
Publicado em 3.02.2016
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Uma característica humana marcante é a habilidade de entender que diferentes pessoas têm diferentes pontos de vista. Até então, pensávamos que apenas animais parecidos conosco – como chimpanzés – tinham esta percepção, mas agora pesquisadores sugerem que corvos também podem ter a capacidade, chamada de Teoria da Mente.
Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revela que corvos conseguem imaginar quando estão sendo observados, mesmo sem nenhum contato visual com os outros animais. Isso prova que esses pássaros têm habilidades cognitivas impressionantes.

  • 10 fatos chocantes sobre animais

Por que corvos?

Entre tantos animais, por que os corvos foram escolhidos para estrelar este experimento?
Eles demonstram inteligência com alguns comportamentos: quando encontram alimento suficiente para encher a barriga e ainda guardam um pouco para mais tarde, eles costumam tentar enterrar suas sobras atrás de algum obstáculo visual, para que outros corvos não possam enxergar o local. Quando sentem-se observados, eles fingem enterrar a comida em um ponto, mas depois a levam para outro lugar. Depois de escolher seu esconderijo final, eles evitam o local para não chamar atenção dos outros pássaros.

Experimento de espionagem

No experimento conduzido por Cameron Buckner, na Universidade de Houston (EUA), duas salas conectadas por uma janela foram usadas. A janela podia ser substituída por um pequeno buraco suficiente apenas para espionar com um dos olhos.
Para ensinar os corvos a usar a pequena abertura e espiar a segunda sala, os cientistas permitiam que os corvos visualizassem através da janela uma pessoa escondendo queijo na sala ao lado. O vidro da janela era então aberto e o corvo podia ir coletar seu prêmio. O próximo passo do experimento foi fechar a janela e usar apenas o buraquinho. Assim que os pássaros compreenderam que eles podiam observar sem ser vistos, a experiência começou de verdade.
Os corvos foram colocados na sala individualmente, com a missão de esconder um pedaço de alimento. Quando a janela estava aberta e havia um corvo observando pelo outro lado do vidro, o primeiro corvo escondia a comida rapidamente e evitava o esconderijo. Quando a janela e o buraquinho estavam fechados, ele ficava relaxado e levava mais tempo para esconder o alimento, mesmo havendo um corvo do outro lado. Já quando a janela estava fechada mas o buraquinho aberto, deixando passar o som de outro corvo (era apenas uma gravação, não havia nenhum corvo do outro lado), o primeiro corvo também escondia o alimento rapidamente, como se estive sendo observado.
Isso significa que mesmo sem enxergar o competidor, ele consegue supor que está sendo observado. Essa é a Teoria da Mente colocada em prática.
“Descobrir que a Teoria da Mente também está presente em pássaros pode exigir que nós deixemos de lado a popular ideia de que é isso que torna o ser humano único”, explica Buckner. “Mas completar esse quebra-cabeça da evolução e desenvolvimento vai nos aproximar da descoberta do que realmente é único na mente humana”, conclui.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Fev 17, 2016 9:32 am


INVESTIGAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO RESOLVE MISTÉRIO COM 1,6 MILHÕES DE ANOS

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Uma equipa de biólogos da Universidade de Aveiro (UA) garante que as grandes mudanças climáticas do Quaternário, que se iniciaram há 1,6 milhões, não explicam a diversidade de espécies de noctilionoídeos, um grande grupo de morcegos nos trópicos do Novo Mundo.

Os cientistas garantem que, afinal, boa parte das espécies daquele grupo, cuja diversidade não tem paralelo entre os mamíferos, já existia antes daquele período da história da Terra. A revelação foi publicada no último número da Systematic Biology, uma das revistas científicas mais prestigiadas sobre Ciências da Vida, e é contrária ao que até agora era aceite pela comunidade científica.

Os ecossistemas terrestres dos trópicos das Américas abrigam mais espécies do que qualquer outro lugar na Terra. O que explica essa extraordinária diversidade? Desde o tempo de Darwin e Wallace que naturalistas e cientistas que estudam a história natural têm proposto várias explicações. Quer pela estabilidade das planícies da Amazónia, ou pelo surgimento de rios que separam populações, as ricas comunidades biológicas do Novo Mundo têm inspirado muitas hipóteses concorrentes. Uma dessas explicações envolve o momento em que as espécies surgiram, avança a investigação.

O Quaternário, o período geológico que precede o recentemente reconhecido Antropoceno, testemunhou oscilações climáticas cíclicas de períodos interglaciais quentes e húmidos alternando com condições secas e frias ou glaciais. Enquanto as camadas de gelo cobriam apenas as altas montanhas de regiões tropicais, a mudança das condições poderia ter fragmentado os habitats de várzea, levando à evolução de novas espécies ou especiação.


Antes do Quaternário

Liderada por Danny Rojas, investigador da Unidade de Vida Selvagem, do Departamento de Biologia e do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da UA, que foi apoiado por uma bolsa de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e pelo projecto Dimensões da Biodiversidade da National Science Foundation (NSF), atribuído a Liliana M. Dávalos, a equipa da academia de Aveiro mostra que as mudanças do Quaternário não explicam a diversidade de espécies de um grande grupo de morcegos nos trópicos do Novo Mundo.

Em vez disso, garante Danny Rojas, “a especiação aumentou juntamente com adaptações permitindo que um subgrupo desses morcegos pudesse comer frutas que outros morcegos não conseguem perfurar”, avança a universidade em comunicado.

Os autores do estudo examinaram as mudanças na especiação num grupo de morcegos do Novo Mundo conhecidas como noctilionoídeos, nome dado devido ao nome científico do morcego-pescador. Os morcegos noctilionoídeos das Américas compreendem cerca de 20 por cento das espécies de morcegos do mundo.

Além de um bom número de espécies que, como a maioria dos morcegos, se alimentam de insectos, os morcegos noctilionoídeos incluem o morcego-pescador, morcegos vampiros, morcegos carnívoros e até morcegos que se alimentam de anfíbios, morcegos que polinizam flores e muitas espécies especializadas em comer frutas diferentes. Esta diversidade ecológica não tem paralelo entre os mamíferos.


Espécie abundante e bem difundida

Nas ilhas das Caraíbas e nos trópicos continentais do Novo Mundo, os morcegos noctilionoídeos são abundantes em florestas, savanas, desertos, planícies e montanhas. A sua presença difundida e grande abundância fazem destes morcegos um excelente grupo para examinar a hipótese do Quaternário.

Para determinar se a mudança climática ocorrida durante o Quaternário foi uma explicação pertinente, era importante descobrir a distribuição geográfica das espécies ancestrais. Os autores utilizaram sequências de DNA e modelos de evolução para estimar árvores evolutivas. As árvores, juntamente com modelos de como as espécies evoluem de forma a atingir diferentes regiões geográficas, permitiu aos autores calcular as probabilidades das diferentes espécies ancestrais viveram na América do Sul, nas ilhas das Caraíbas, ou na América Central e América do Norte.

Os cientistas descobriram que a capacidade dos morcegos para chegar a novas regiões, ou dispersão, era muito mais importante para a especiação do que quebras entre as regiões, um processo conhecido como vicariância. A maioria das espécies ancestrais das espécies vivas hoje tinha alta probabilidade de ser sul-americana, tornando os morcegos noctilionoídeos relevantes para perceber se o Quaternário foi um período crucial para a especiação nos trópicos do Novo Mundo.

Usando as mesmas árvores evolutivas, os autores modelaram como a especiação mudou neste grupo de morcegos. Se o Quaternário foi importante para a formação de novas espécies, muitas mais espécies se originariam durante este período do que o esperado com uma única taxa de especiação ao longo do tempo. No primeiro conjunto de testes, os autores determinaram o número de eventos de especiação antes ou durante o Quaternário que deram origem a espécies vivas hoje.


Dezenas de cenários testados

A equipa de Danny Rojas descobriu que mais eventos de especiação desses morcegos ocorreram antes do Quaternário do que durante este período. Para se certificarem que esse resultado não foi uma anomalia estatística, eles simularam dezenas de cenários alternativos de especiação e extinção, percebendo que não é possível recriar o padrão observado com uma única taxa de especiação. Posteriormente, os autores modelaram diretamente como as taxas de especiação mudaram ao longo das árvores evolutivas. Estas análises mostraram que as taxas de especiação aumentaram quase 50 por cento, com a evolução de um subgrupo de morcegos há cerca de 18 milhões de anos atrás: a subfamília Stenodermatinae.

Esta nova análise testa uma explicação comumente invocada para a biodiversidade nos trópicos das Américas, a hipótese do Quaternário. Em vez de apoiar este mecanismo, os resultados identificam os morcegos stenodermatíneos como um grupo com taxas de especiação excecionalmente altas.

Estudos anteriores apoiados pela NSF têm mostrado que os morcegos stenodermatíneos apresentam uma arquitectura especial do crânio que permite grande força na mordida apesar do tamanho pequeno, juntamente com receptores olfactivos associados com seus hábitos frugívoros. Investigações que examinam a Árvore da Vida dos morcegos noctilionoídeos a partir de várias dimensões descobrem que características especiais que evoluem devido à selecção natural explicam melhor a especiação do que determinadas épocas geológicas.

Como parte de sua investigação de pós-doutoramento, Danny Rojas está agora a investigar como é que a dieta e as adaptações às mudanças climáticas moldaram a evolução deste grupo interessante de morcegos.
Fonte: greensavers.sapo.pt
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qui Fev 18, 2016 3:35 pm


O MOMENTO EM QUE 80.000 PERIQUITOS FORMARAM UM TORNADO VERDE

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Um tornado verde na Austrália

Dezenas de milhares de periquitos-australianos – também conhecidos, simplesmente, por periquitos – voaram ao mesmo tempo nos céus daquele país, formando um tornado verde de rara beleza.

As aves foram fotografadas ao voarem sobre um charco do interior da Austrália, depois de terem sido encontradas pelo fotógrafo inglês Paul Williams [na última foto da nossa galeria], responsável pelas imagens.

Williams, que é produtor e director da unidade da História Natural da BBC, procurou meticulosamente o melhor sítio para encontrar esta ave abundante – o periquito é considerado o terceiro animal de estimação do mundo, logo atrás do cão e gato.

“Utilizei o Google Earth para referenciar alguns pequenos charcos. No terreno, reparei que um deles estava cheio de pequenas penas verdes”, explicou ao Mail Online. “Pouco depois, o céu por cima de mim encheu-se de milhares de periquitos – talvez 80.000 – um tornado verde que planou por cima do charco. Todos estavam desesperados por beber água antes de o sol se tornar demasiado quente”, revelou.

O periquito-australiano é uma espécie de ave psitaciforme de cauda longa, pertencente à família psittacidae e que se alimenta de sementes. Foi registada pela primeira vez em 1805 e, na natureza, vive em grandes bandos, emitindo vários sons durante o seu voo.

Durante sete manhãs, Paul Williams e a sua equipa testemunharam e filmaram estes incríveis tornados verdes, até que uma tempestade varreu o deserto. Literalmente. Com água por todo o lado, os pássaros dispersaram.
Fonte: greensavers.sapo.pt
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