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 Noticias e Curiosidades

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jorgemeida
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qui Jul 04, 2013 10:30 pm

Bonitas ações que hoje em dia se veem pouco

kaci fixe 
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juari
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qui Jul 04, 2013 10:57 pm

fixe fixe


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"O cérebro é uma coisa maravilhosa. Todos deveriam ter um!!!"
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José Luis
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MensagemAssunto: Descoberta nova espécie de ave em capital asiática    Dom Jul 07, 2013 8:57 pm

Descoberta nova espécie de ave em capital asiática
Visível para todos, desconhecida para a ciência
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Nova espécie de ave descoberta na capital do Camboja (com FOTOS)
Publicado em 01 de Julho de 2013.
Equipas da BirdLife International, da Wildlife Conservation Society (WCS) e outros cientistas descobriram uma nova espécie de ave em Phnom Penh, capital do Camboja. “Desta vez, [a descoberta] não foi numa floresta remota e inexplorada, mas numa capital onde vivem 1,5 milhões de pessoas”, explica a portuguesa SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves.
A nova espécie foi baptizada de orthotomus chaktomuk e poderá ficar conhecida em português como o costureiro-do-camboja. Para além da capital, a nova ave foi encontrada nos arredores da cidade e numa zona em construção.
A confirmação oficial veio da LSU e da Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, que desenvolveram os testes genéticos da nova espécie.
Apesar de só agora ter sido descoberta, os cientistas já alertam para o reduzido habitat da nova ave, tendo recomendado que esta fosse classificada de “quase ameaçada”, na Lista Vermelha da IUCN.
A expansão da cidade e a agricultura estão a colocar em perigo o habitat do costureiro-do-camboja. Nas últimas duas décadas, centenas de novas espécies de aves têm sido descobertas nesta região do globo, sobretudo devido à exploração de áreas até aqui remotas.
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Jul 07, 2013 10:40 pm

É sempre bom ouvir estas noticias o pior é o ers humano destruindo o seu habitat

kaci fixe 
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MensagemAssunto: Preparava-se para vender águia-de-asa-redonda no Facebook e OLX   Qui Jul 11, 2013 10:53 pm

Preparava-se para vender águia-de-asa-redonda no Facebook e OLX

O Comando Territorial do Porto da GNR anunciou esta segunda-feira ter apreendido uma águia-de-asa-redonda a um jovem que se preparava para a vender através do Facebook.
Em comunicado, a GNR informou que a apreensão do exemplar desta espécie protegida foi efectuada “no decorrer de uma investigação” realizada pelo serviço de Protecção da Natureza e Ambiente do Comando Territorial do Porto.
O homem de 27 anos que tinha a águia, e a quem foi ainda apreendido um pintassilgo, “publicitava a venda de aves” no portal de vendas OLX e através das redes sociais, designadamente o Facebook.
A GNR apreendeu ainda uma gaiola, 2 caixas de transporte e 2 sacos de viagem pretos.
“As espécies autóctones foram entregues no Parque Biológico de Gaia”, conclui a GNR.

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MensagemAssunto: Papagaios que fogem ensinam pássaros selvagens a falar   Sex Jul 12, 2013 2:15 pm

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Papagaios fujões ensinam pássaros selvagens a falar, dizem naturalistas
Na Austrália, aves domesticadas se juntam a bandos de cacatuas selvagens, que acabam aprendendo até palavrões
BBC Brasil

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Getty Images
Cacatuas, do mesmo modo dos papagaios, são capazes de reproduzir a fala humana
Pássaros nativos da Austrália como os galahs e as cacatuas-de-crista-amarela estão aprendendo a falar com papagaios que fugiram das gaiolas para as florestas, dizem naturalistas locais.

O chefe do departamento de pesquisa e descoberta do Museu Australiano, em Sydney, Martyn Robinson, diz que o museu recebeu ligações de pessoas que achavam que tinham enlouquecido ao verem diversos pássaros em seus jardins dizendo frases como "Quem é um garoto bonito?".

Segundo Robinson, os papagaios domesticados passam para outros pássaros as frases que aprenderam dentro das casas onde eram criados. As novas palavras também são ouvidas pelos filhotes de cacatuas australianas desde o ninho, e elas tendem a repetir o que ouvem.

"Estes pássaros são muito espertos e muito sociais. Comunicação e contato são importantes entre eles", diz o naturalista.

'Olá, cacatua'
Em entrevista à imprensa local, Robinson explicou que o caminho natural para os papagaios que escapam de suas gaiolas é se juntarem a um bando de pássaros selvagens, a quem acabam ensinando as palavras que aprendem com seus ex-donos.


Bandos de pássaros diferentes estariam de misturando e migrando para Sydney, de acordo com o pesquisadores, para escaparem juntos da seca na região de New South Wales, no sudeste da Austrália.

De acordo com a publicação científica Australian Geographic, a expressão mais comum entre os novos pássaros falantes é "Hello, cockie" ("Olá, cacatua", em tradução livre), mas alguns também foram ouvidos ao dizerem palavrões.

Tanto os papagaios quanto as cacatuas pertencem à família dos psitacídeos, que possui espécies capazes de reproduzir sons da fala humana.


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MensagemAssunto: Australiano avista pássaro misterioso pela primeira vez em um século   Sex Jul 12, 2013 2:35 pm

Especialistas acreditavam que a ave, nunca antes registrada, estava extinta


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ilustração do raro pássaro da espécie Pezoporus occidentalis

Um naturalista australiano alega ter capturado imagens de um pássaro que não era visto com vida há mais de um século. John Young, que se descreve como um detetive da vida selvagem, mostrou na última quarta-feira a gravação e diversas imagens a um grupo de especialistas, que se mostraram animados com o anúncio. A ave, da espécie Pezoporus occidentalis, nunca foi fotografada e a única evidência de sua existência nos dias atuais foram dois pássaros mortos encontrados em 1990 e 2006. As informações são do Guardian.


Autoridades e entusiastas da ornitologia responderam com fervor ao registro, afirmando que as evidências sustentando a afirmação de Young são "esmagadoras". O ecologista Steve Murphy afirmou à ABC News que a descoberta é uma certeza. "É incontestável. Ele tem fotografias, ele tem vídeos em movimento e ele tem penas", afirmou o australiano.

Dizimada durante o século 19 por gatos e raposas invasores, a população desse pássaro despencou e chegou a deixar os registros científicos até 1990, quando um pássaro da espécie foi encontrado morto em Queensland, na Austrália. Ao longo das duas décadas seguintes, muitos naturalistas se aventuraram no vasto deserto do país tentando confirmar a existência da ave, que passou a adquirir uma reputação mítica e hoje é considerado o pássaro mais esquivo e misterioso do mundo.
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MensagemAssunto: Cientistas usam câmeras supervelozes para estudar o voo de pássaros    Sex Jul 12, 2013 2:36 pm

Estudo permitiu que estudantes da Universidade de Stanford descobrissem padrões de voo inéditos.

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Um dos principais problemas na hora de estudar a maneira como pássaros voam é a forma rápida como esses animais batem as suas asas. Como é impossível observar detalhes desses movimentos a olho nu, pesquisadores da Universidade de Stanford começaram a usar câmeras supervolezes para registrar aves em movimento.
O resultado do projeto são vídeos impressionantes, capazes de surpreender até mesmo leigos no assunto. Graças a eles, os estudantes da universidade conseguiram observar novos padrões de voo que até então passavam batidos entre os membros da comunidade científica.
A pesquisa está sendo feita por alunos de engenharia mecânica da instituição, que pretendem usar o conhecimento adquirido em novas tecnologias que beneficiem a humanidade. Entre as ideias cogitadas até o momento está a criação de um pássaro robótico capaz de voar com a simples vibração de suas asas.



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MensagemAssunto: Cientistas buscam em dinossauros as origens da postura das aves   Sex Jul 12, 2013 2:38 pm

Pesquisadores britânicos concluíram que postura agachada das aves foi provocada pela evolução e, embora difícil de sustentar, é necessária para manter o equilíbrio




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Getty Images Agachamento: pesquisadores estudam origens da postura esquisita das aves. Na imagem, garça pesca camarão em lagoa
A postura esquisita das aves, digna de um praticante de ioga, um tanto agachada e com as pernas em “ziguezague”, agora tem uma explicação científica. Pesquisadores britânicos analisaram modelos em 3D de esqueleto de dinossauros, répteis e aves e concluíram que o agachamento das aves, necessário para a estabilização do corpo, foi o preço pago pela capacidade de voar.
Ao comparar modelos computadorizados, a equipe de pesquisadores da Universidade de Londres descobriu que o centro de gravidade dos pássaros variou ao longo da evolução por causa do alongamento das patas dianteiras, fazendo com que dobrar as patas fosse necessário para manter o equilíbrio. Outro fator que influenciou a postura acocorada foi o fato de a cauda, uma espécie de contrapeso, ter sido reduzida ao longo dos anos.
A estranheza da postura das aves sempre intrigou o cientista britânico John Hutchinson, do Royal Veterinary College da Universidade de Londres e autor do estudo publicado no periódico científico Nature . “As aves são muito estranhas, têm um rabo pequeno, a perna em ziguezague, a forma corporal é bizarra em comparação com outros animais vivos e, portanto me intrigou o que fez com que elas ficassem assim”, disse Hutchinson em um vídeo.



O estudo mostrou que os primeiros archosauria - grupo de animais terrestres que incluiu os crocodilianos, aves e dinossauros -, que habitaram a Terra há 245 milhões de anos, eram parecidos com crocodilos modernos, tinham quatro patas e cauda longa. No entanto, ao longo da evolução das linhagens dos dinossauros, há 235 milhões de anos, eles se tornaram bípedes, um traço herdado por seus descendentes, as aves.


Humanos são adaptados para andarem de forma ereta com pernas estendidas e costas, pescoço e cabeça na vertical. Já com aves e os dinossauros é diferente. O Hutchinson explica que o dorso dos dinossauros ficava inclinado, praticamente na horizontal. Suas patas eram bastante simples, “provavelmente não tão estendidas como a dos humanos”.

“Pense que você está segurando algo bem pesado na sua frente e está com os braços estendidos. É provável você penda para frente, já que o seu centro de massa é para frente. Então você dobra as pernas para trazer o seu peso para trás sobre seus pés”, disse ao iG .


Os dinossauros tinham uma “ajudinha extra” para o equilíbrio em relação às aves: o corpo era contrabalançado pela longa cauda característica das espécies que habitaram a Terra há milhões de anos. Porém, Hutchinson salienta que a pesada cauda dificultava a manobra e a possibilidade de alocar mais de massa para os membros anteriores. “Se um dinossauro de 100 quilos tivesse a cauda reduzida de 30 para 15 kg, ele teria seus braços 15 quilos mais forte”, calcula.
Na verdade, a posição agachada não é fácil para ninguém, nem mesmo para as aves. “Quem disse que é fácil para elas? É preciso esforço muscular, mas é necessário, ou então ela estaria instável e poderia cair. Pássaros e alguns dinossauros fizeram e fazem isso até hoje por causa de suas dimensões corporais”, disse.


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MensagemAssunto: Americano cria comedouro que permite fotografar pássaros com riqueza de detalhes   Sex Jul 12, 2013 2:39 pm

Americano cria comedouro que permite fotografar pássaros com riqueza de detalhes


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Bird Photo Booth foi criado pelo fotógrafo Bryson Lovett.
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Observadores de pássaros desenvolveram um criativo método para registrar o modo de vida destes animais na natureza. Batizada de Bird Photo Booth, a ideia consiste em montar um pequeno comedouro com uma câmera acoplada para captar os melhores cliques das pequenas aves.
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O sistema foi desenvolvido pelo norte-americano Bryson Lovett, que criou um aplicativo que permite controlar câmeras através de um aplicativo de celular.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dispositivo permite registrar imagens detalhadas dos

Para registrar os animais, o pesquisador precisa apenas escolher o dispositivo fotográfico. Podem ser instaladas câmeras como a Go Pro, celulares com sistema Android ou então um iPod Touch e outros modelos do iPhone.
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A posição da câmera permite closes dos animais e captar detalhes dificilmente notados por pesquisadores. O dispositivo pode ser adquirido pelo site oficial do projeto por US$ 149,99. Veja como funciona a invenção!

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MensagemAssunto: Observatório de Aves Aquáticas vai nascer na Barragem do Pisão   Sex Jul 12, 2013 2:42 pm

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Observatório de Aves Aquáticas vai nascer na Barragem do Pisão
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Com doze anos de vida, o Clube de Caçadores de Beringel e Mombeja tem meia centena de sócios que caçam em 5 mil hectares de terreno.
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MensagemAssunto: Fauna marítima de Aveiro pode estar contaminada    Sex Jul 12, 2013 2:46 pm

Fauna marítima de Aveiro pode estar contaminada
A fauna marítima da região de Aveiro pode estar a ser contaminada por um medicamento para uso neurológico. A substância foi detetada nos esgotos do distrito por uma equipa da Universidade de Aveiro.
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Jul 12, 2013 3:30 pm

bom, por um lado pode aliviar o stress dos animais existentes...

Agora a sério, é muito triste o que o homem faz com a natureza!!!nofixe nofixe nofixe nofixe nofixe nofixe nofixe 
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MensagemAssunto: Pesquisa mostra cacatuas aprendendo a abrir fechaduras   Sex Jul 12, 2013 4:24 pm

Andam a dar ropnois ás aves David hehehehe,ficam ,todas padradas hehehehe
ORA VEJAM ESTA BRUTALIDADE DE INTELIGENCIA "ANIMAL" ,NOSSA SENHORA ,OLHA A RRRAPAQUECA !!!FANTÁSTICO !!!!


Cientistas descobriram que a ave, conhecida por sua inteligência, é capaz de abrir uma série de trincos interligados para alcançar uma porção de comida
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As cacatuas conseguiram decifrar como funciona a série de cinco trincos de metal, que davam acesso a uma castanha de caju (Universidade de Oxford)
A cacatua de goffin (Cacatua goffiniana) é uma espécie de ave conhecida por sua inteligência e capacidade de se relacionar com seres humanos. Semelhante a um papagaio, mas originária da Indonésia, ela costuma ser utilizada por biólogos para estudar a capacidade de alguns animais — e especialmente algumas aves — de resolver problemas e desenvolver inteligência. Uma pesquisa publicada nessa quarta-feira na revista PLOS ONE mostra, pela primeira vez, que a espécie é capaz de aprender a abrir uma série de trincos interligados, para alcançar um pedaço de alimento oferecido pelos pesquisadores.

Citação :
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Explorative Learning and Functional Inferences on a Five-Step Means-Means-End Problem in Goffin’s Cockatoos (Cacatua goffini)

Onde foi divulgada: periódico PLOS ONE

Quem fez: Alice M. I. Auersperg, Alex Kacelnik e Auguste M. P. von Bayern

Instituição: Universidade de Oxford, Inglaterra

Dados de amostragem: Dez cacatuas sem nenhum treinamento, que foram colocadas de frente a uma caixa com castanha de caju. Para acessar a comida, elas precisariam abrir cinco trincos interligados

Resultado: Uma das aves conseguiu abrir a fechadura sem nenhum tipo de ajuda. Outras cinco também conseguiram, mas precisaram antes assistir a outra ave resolvendo o problema ou tomar conhecimento de cada um dos trincos de forma separada
Um estudo anterior, realizado pela mesma equipe, já havia revelado que as cacatuas são capazes de criar e usar ferramentas para alcançar uma pequena noz colocada fora de sua jaula. Agora, eles testaram a capacidade de o animal resolver problemas complexos ao colocar a ave de frente a uma caixa fechada. Dentro dela, atrás de uma portinhola transparente, havia castanha de caju. Para abrir a porta e pegar a comida, no entanto, ela precisava passar por uma série de cinco trincos, que funcionavam de modo interligado.
A resolução do problema era razoavelmente complexa: a cacatua precisava primeiro remover um pino, depois retirar um parafuso e liberar um ferrolho. Em seguida, tinha de mover uma roda 90 graus para permitir que a portinhola fosse finalmente aberta. Uma das aves, chamada Pipin, conseguiu resolver o problema, sem nenhum tipo de assistência ou treinamento, após duas horas de tentativas. Outras cinco também conseguiram, mas precisaram receber algum tipo de ajuda, como ver um parceiro completando a tarefa.
Segundo os cientistas, isso demonstra que as cacatuas são capazes de perseguir uma meta longínqua, mesmo que só venham a receber a recompensa após a resolução de todos os desafios. "A partir de seu comportamento, concluímos que as aves percebem as relações entre objetos. Elas demonstraram ser capazes de seguir um objetivo distante, sem ganhar uma recompensa a cada passo da tarefa”, diz Alex Kacelnik, pesquisador do Departamento de Zoologia da Universidade de Oxford, e um dos autores do estudo.
Catracas da percepção — Os cientistas afirmam que as cacatuas pareciam agir como se seguissem um processo de "catraca cognitiva": quando elas descobriam como abrir um dos trincos, aprendiam como ele funcionava e não enfrentavam mais dificuldades quando ele aparecia novamente. "A habilidade das aves de aprender e responder a mudanças indica uma grande plasticidade comportamental e memória prática", afirma Auguste von Bayern, pesquisador da Universidade de Oxford que também participou do estudo.
As características da espécie também teriam ajudado na resolução do problema. Segundo os pesquisadores, a cacatua é uma ave que explora o ambiente de maneira táctil, além de possuir grande curiosidade e persistência para resolver tarefas. "Elas exploram os objetos usando seu bico, língua e pés – um explorador puramente visual possivelmente nunca resolveria esse problema", diz Auguste von Bayern.
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MensagemAssunto: Robô-beija-flor-espião voa como o pássaro de verdade   Sex Jul 12, 2013 4:29 pm

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Pesquisadores militares construíram um robô que parece e voa como um beija-flor, batendo as suas asas robóticas para se manter no ar.

Até agora, o “pássaro” só conseguiu se manter no ar por até 20 segundos, mas este voo já foi suficiente para mostrar o potencial de um novo tipo de espiões em miniatura. A divisão DARPA, do departamento de segurança dos Estados Unidos, cedeu 2,1 milhões de dólares (aproximadamente 4,5 milhões de reais) para a produção do robô beija-flor.

Todd Hylton, gerente de programação do DARPA, afirma que gostaria de produzir uma “aeronave de aproximadamente 10 gramas que possa ficar suspenso no ar por períodos longos, possa voar em velocidades maiores que 10 metros por segundo, além de agüentar ventos de até 2,5 metros por segundo”.

Perturbadora cobra-robô pode vigiar e explodir

A intenção é que o robô possa operar dentro de edifícios, e que consiga ser operado de uma distância de até um quilômetro. Confira testes de voo do novo robô e fotos de como a DARPA pretende que ele fique parecendo em sua versão final: é quase um beija-flor verdadeiro!


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Jul 12, 2013 5:04 pm

Em grande, Zé fixe Parabéns pela dinâmica que estás a imprimir neste tema...


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João Paulo Gil

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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Jul 12, 2013 5:08 pm

Olá Joâo ,obrigado ,imprimo praticamente em todos ,pois posto com alma ,sempre fui assim na net e sempre serei ,a qualidade acima de tudo e de todos e o que quer que seja ,interessa é fazer bem e cada vez melhor ,até começo a fugir dos foruns hehehe Refugio-me aqui neste cantinho bem especial ,foi o meu primeiro forum de caça e pesca e fica para toda a vida ,assim o espero ,aquele abraço sempre fixe fixe fixe 


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MensagemAssunto: Águias «pegam-se» no ar e despenham-se em aeroporto   Sex Jul 12, 2013 8:18 pm

EUA: Águias «pegam-se» no ar e despenham-se em aeroporto
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Duas águias «pegaram-se» numa batalha em pleno ar e, após ficarem
com as garras presas uma na outra, «despenharam-se» numa pista do
aeroporto de Duluth, no Minnesota.




Os dois espécimes (Haliaeetus leucocephalus)
não se conseguiram soltar um do outro após terem ficado com as garras
presas, o que interferiu com a capacidade de voarem, explicou Randy
Hanzal, do Departamento de Recursos Naturais do Minnesota.

Ambas as aves sobreviveram à queda mas mesmo assim continuaram com as
garras presas. «As águias tinham as garras enfiadas uma na outra muito
profundamente», disse Hanzal.

Um funcionário da Monaco Air viu as águias-de-cabeça-branca a
caírem e deu o alerta. Hanzal recolheu os animais, ambos adultos, e
transportou-os até à Wildwoods, organização de reabilitação da Vida
Selvagem, em Duluth.

Hanzal não tinha consigo uma jaula suficientemente grande para
transportar as duas águias, pelo que acabou por levá-las na parte de
trás da sua pickup, tapadas por cobertores e casacos, e atadas por
fitas, viajando devagar até à Wildwoods, a cerca de 3,2 km.

A meio da viagem, Hanzal terá dado conta de «confusão» no veículo, e
olhando pelo retrovisor viu penas e voar em todas as direcções. Uma das
aves tinha-se soltado e fugiu a voar. O responsável levou então a outra
águia até à Wildwoods.

«[A ave que chegou à organização] tinha feridas superficiais de
quando elas se pegaram no ar», explicou Peggy Farr, da Wildwoods.

A médica tratou então a ave com antibióticos, fluidos e analgésicos.

Segundo Frank Nicoletti, do Observatório de Aves de Hawk Ridge, os
combates entre águias em pleno ar não são incomuns, algo que vê
«regularmente» no seu trabalho. Mas geralmente, conseguem desprender-se
antes de atingirem o solo.


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MensagemAssunto: Atividades de Falcoaria “invadem” a Mata do Buçaco   Sex Jul 12, 2013 8:20 pm

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MEALHADA
– Na Mata Nacional do Buçaco vai ser possível aprender a arte da
falcoaria em aulas práticas e didáticas, onde será descoberto o mundo
das aves de rapina e a sua importância. Sob a orientação de responsáveis
da ArtFalco, escolas e público em geral vão poder perceber as tarefas
diárias da falcoaria – interagir, manejar, treinar e alimentar as aves.



As
atividades para escolas, intituladas “Encontros na Natureza”
realizam-se dia 14 de junho, existindo duas sessões para o público
estudantil: das 10h às 12h e das 14h às 17h. O custo para cada aluno é
de 2€, sendo que a entrada na Mata Nacional do Buçaco é gratuita. O
programa inclui: exposição de aves de rapina, experiências com
egagrópilas ou plumadas e demonstração de voo-livre com aves de rapina.

Workshop “Voando com Eles”


Para além das atividades para escolas, a Fundação Mata do Buçaco e a
ArtFalco organizam um workshop dia 15 de junho, sendo que as inscrições
podem alargam-se ao dia 16 de junho se o número mínimo de participantes
ficar assegurado para dia 15. Serão realizadas quatro sessões: duas de
manhã e duas tarde, sendo que o mínimo de inscrições é de seis
participantes e o máximo de 14 inscritos, por cada sessão. O valor da
inscrição é de 40 euros e os interessados devem inscrever-se até dia 8
de junho.





O programa de cada sessão contém receção aos participantes,
breve história da falcoaria, utensílios: designações e história, normas
de segurança, coffee break, manuseamento de aves, voo livre participado e
simulação de caça com aves. As inscrições e mais informações, tanto
para as atividades para escolas como para o workshop, devem ser
realizadas para o 231 937 000 ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Sobre a Falcoaria:

A falcoaria ou cetraria é a arte de criar, treinar e cuidar de
falcões e outras aves de presa para a caça. É uma caça com aves e
pequenos quadrúpedes praticada desde a Idade Média na Península Ibérica.
Aves como os falcões, açores, francelhos e outras rapinas têm a
capacidade de perseguir uma presa no ar ou no solo até a derrubar ou a
matar. A falcoaria era uma arte muito popular entre os nobres da Europa
medieval e do Japão feudal, verdadeiro símbolo de estatuto social. Desde
2010, a cetraria é considerada pela UNESCO como Património Cultural
Intangível da Humanidade.

Sobre a ArtFalco (responsável pelas atividades):

Fundada por Miguel Gomes, nasce de uma paixão antiga pelo meio
ambiente e pela necessidade de levar a Natureza até cada um, de uma
forma lúdica e interativa dando a conhecer as problemáticas e
fragilidades de um ambiente que todos os dias é castigado por atitudes
impensadas por parte de cada um de nós. Inicialmente vocacionada para a
sensibilização ambiental, o mercado de trabalho solicitou mais e a
ArtFalco, uma estrutura flexível e que se adapta aos mais diversos e
exigentes tipos de público, produziu meios e formas de tornar possível
levar os embaixadores da natureza cada dia mais longe.


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MensagemAssunto: ‘Feira dos Passarinhos’: Tradição cumpre-se ao domingo   Sex Jul 12, 2013 8:21 pm

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É uma tradição com muitos anos e que todos os domingos de manhã, quer chova ou faça sol, leva centenas de pessoas até à Praça do Comércio, em Braga. Às portas do Mercado Municipal decorre a ‘Feira dos Passarinhos’ onde podem ser adquiridas ou simplesmente apreciados exemplares de aves.

Os canários parecem ser os mais procurados. São acessíveis e têm a mais-valia de cantar. Luís Costa levou ontem o neto a esta feira precisamente para lhe oferecer um canário. “Ele tinha dois canários, mas um morreu esta semana e viemos ver se gostámos de algum para levar”, contou o avô ao ‘CM’.

É também o avô quem compra as sementes com que o pequeno Afonso alimenta as aves. “Não é barato ter uma ave, desde logo porque além do animal é preciso comprar gaiola e depois a alimentação e as vitaminas. Mas este é o meu único neto e tenho muito gosto em lhe incutir a paixão pelas aves”, contou.

Miguel Silva confirmou ao ‘CM’ que o canário é a ave mais procurada. Este criador de Vila Nova de Famalicão há muitos anos que se tornou presença habitual nesta Feira dos Passarinhos e conta que a mesma já teve momentos melhores.

“Anda aí muita gente, mas apenas para apreciar. A crise também se fez sentir aqui e as pessoas compram cada vez menos aves”, contou, revelando que os periquitos e as rolas também são bastante populares. Ontem as aves mais caras que tinha à venda eram ringneks. Verdes, amarelos ou cinzentos, cada exemplar desta espécie estava à venda por cem euros. “Apesar de tudo, ainda há quem gaste esse di-nheiro numa ave, mas tem de ser alguém que goste mesmo. Aliás, este mercado é mesmo para quem tem gosto nisto”, contou.

Há 22 anos que Artur Jorge participa na Feira dos Passarinhos. O comerciante vilaverdense conta que desde os seus 12 anos dedica o domingo de amanhã es te evento, embora note que nos últimos anos houve uma grande quebra no negócio dos pássaros. “Nos últimos tenho diminuído a criação de pássaros e tenho-me dedicado mais aos podengos, pois também faço criação de cães de caça”, contou ao ‘CM’.

Este comerciante não esconde que a crise afecta o mercado das aves, mas aponta sobretudo o dedo às muitas regras a que o comércio de aves tem de obedecer e ao que considera ser excesso de fiscalização. “Esta feira sofre de um problema grave: excesso de fiscalização. Agora há muitos menos criadores a participarem precisamente por causa da fiscalização que anda sempre em cima de nós”, critica, realçando que não costuma haver complacências por parte das autoridades: “não perdoam nada e estamos a falar de situações em que por exemplo a falta de uma anilha numa ave pode dar uma coima que pode ir dos cinco mil aos vinte mil euros”, referiu.

“Desde os oito, nove anos” que Rui Sousa é apaixonado por aves. “Comecei por ter passarinhos, daqueles que se apanham nos campos. Ganhei gosto e hoje a criação de aves é uma paixão para mim”, contou. Residente em Oliveira S. Pedro, Rui Sousa é visita assídua à feira dos Passarinhos de Braga. “Venho quase todos os domingos, sobretudo para ver as novidades. De vez em quando também compro uma ou outra ave porque faço criação. Não vendo aqui, mas alguns destes comerciantes têm algumas espécies que lhes são fornecidas por mim”, relatou.

Actualmente Rui Sousa cria 12 espécies de aves, nomeadamente roselas, ringneks, caturras, agapones, entre outras. Assume que faz criação por paixão e não por outro motivo. “Praticamente não se faz dinheiro com isto. Faço-o mesmo por gosto. O que se ganha dá para pagar a alimentação, vacinas e licenças. Quem anda nisto é por gosto, se não gostar não vale a pena aventurar-se”.


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MensagemAssunto: Portugal, lugar de aves raras   Sex Jul 12, 2013 8:23 pm

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258 5 0

Para os turistas estrangeiros, já não somos apenas o país do sol, praia
e golfe. Há cada vez mais amantes da natureza que vêm para...
observar pássaros. O turismo ornitológico é um nicho de mercado
com muito potencial para crescer, que todos os anos atrai à procura de raridades que não existem nos seus países.
Há vinte anos, quando Frank McClintock decidiu tornar-se promotor e guia
ornitológico, não tinha a casa cheia como tem hoje. À mesa de
jantar, 15 turistas estrangeiros, quase todos ingleses, capazes de
atravessar o mundo para ver aves. Frank e a mulher Daniela estão à
cabeceira da mesa, rodeados pelas duas filhas
É neste ambiente familiar, intimista, que o casal, ele inglês e ela
austríaca, recebe os clientes na Quinta do Barranco da Estrada, uma
casa rodeada por água, flores e vegetação luxuriante, que Frank
converteu em turismo rural no concelho de Odemira.O entardecer aqui ganha tonalidades mágicas. O sol, apesar de baixo a esta hora, atravessa uma janela que ocupa uma parede inteira da sala
de jantar. Quando os dias estão assim, primaveris, esta janela fica
sempre aberta, deixando entrar o cheiro intenso a flor de laranjeira
misturado com jasmim, o chilrear dos pássaros e o som de um riacho.
Aberta, esta janela é um quadro vivo de onde se vê, a alguns metros
de distância, a lagoa formada pela barragem de Santa Clara.
Para os turistas que estão sentados à mesa da família McClintock, a
saborear a sopa de alho-francês com queijo parmesão feita por
Daniela, não é irrelevante este cenário idílico, mesmo que o isco
que os traz aqui seja a observação de aves. «Já dormi em muitos
hotéis, visitei muitos países, mas acho que não exagero se disser
que isto é um paraíso», diz George Kerwin. O britânico de 60
anos, ex-empresário reformado da indústria metalúrgica, tem razão.
Se o paraíso existe, mora aqui e essa é uma mais-valia que a cada
ano que passa atrai mais à Quinta do Barranco da Estrada. «Neste momento, oitenta por cento
dos nossos hóspedes são
revela Frank. O galês Mathew Cohen, 36 anos, informático, é outro.
Ganhou o gosto pela observação de aves aos 6 anos, na escola, e
depressa a tomou como uma paixão. Hoje, é também um vício que
mata nos períodos de férias, nem que tenha de prescindir da
companhia da namorada. «Ela está a fazer praia na Turquia. Vai lá
estar oito dias, tantos quantos os que eu vou ficar aqui.» E ri,
antes de soltar o desabafo: «A minha namorada está num hotel com
duas mil pessoas e eu estou a partilhar esta deliciosa comida com um
pequeno grupo divertido que conheci há umas horas. Sabem, em 11 anos
de relação, a minha namorada ainda não percebe o meu fascínio
pelos passarinhos.» Mas os pais de Mathew sim. Peter e Margareth
Cohen são observadores de aves graças ao filho. Por isso vieram com
ele. «Quando chegava a casa depois de uma saída ao campo falava,
falava, mostrava as fotografias dos pássaros e pedia para comprar
livros», diz Margareth. «Uma obsessão. E nós acabámos por nos
apaixonar por isto também.» Apaixonaram-se tanto que agora já
seguem os roteiros mundiais da observação de aves, sempre com o
filho. «No ano passado estivemos num safari no Gabão. Vimos
elefantes, leões, tigres e, claro, muitas espécies de pássaros»,
acrescenta Mathew.
É a primeira vez que os Cohen estão em Portugal. Souberam que o
Alentejo era uma das melhores regiões para observar aves através de
um dos sites de Frank: «Assim que vimos, não hesitámos.» Mathew não disfarça
a ansiedade na voz. Daqui a umas horas vai meter-se a caminho com
Frank e o resto do grupo. Quem contrata os serviços de Frank
McClintock como guia ornitológico tem de acordar de madrugada para
fazer-se à estrada. Existe uma razão para madrugar. «Há aves que
só se mostram na primeira hora de sol, a hora a que os ingleses
chamam heat-haze diz Frank «É muito importante estar no sítio certo à hora certa.»
O casal de escoceses do grupo sabe isso. Nessa manhã, eles já
tinham feito o percurso com Frank e testemunharam a vida ornitológica
nas planícies alentejanas, no momento em que o Sol nasce. Eram 04h50
quando, ainda ensonados, John e Katelyn Wilson, médicos aposentados,
apareceram na receção. A hora de saída é tão importante que,
para evitar atrasos, Frank bate à porta dos hóspedes vinte minutos
antes. Batida forte, impossível de ignorar até por quem tem o mais
pesado dos sonos.
Ao fim de uma hora de carro chegaram a Castro Verde, onde beberam um
galão e comeram uma sanduíche de queijo, a primeira refeição do
dia. Embora o Turismo de Portugal não tenha dados sobre o impacte do birdwatching na economia local, tudo leva a crer que não seja de desprezar. Frank
faz questão de levar os clientes aos cafés e tascas do interior
alentejano porque é «uma forma de deixar algum dinheiro nestes
negócios locais». É o pequeno-almoço no Café Campo de Ourique,
em Castro Verde, é uma garrafa de água na taberna da Josélia, na
aldeia de Corte Pequena, e antes do regresso a casa é um café com
leite no tasco do Afonsus, na aldeia de Penilhos. Lurdes Serpa
Carvalho, investigadora do Instituto de Conservação da Natureza e
das Florestas, está a terminar uma tese de doutoramento sobre os
serviços dos ecossistemas e seu valor económico em Portugal
continental e, embora não possa adiantar números sobre esse impacto
na economia local, confirma que «ao valor natural dos locais
visitados pelos birdwatchers associa-se, de facto, um valor económico para as populações aí residentes».Reformados e com dinheiro
O almoço, como acontece sempre nas saídas organizadas por Frank, foi
no meio do campo: uma sanduíche de queijo e fiambre com pimento
vermelho e, como sobremesa, umas barras de chocolate. Tudo preparado
por Daniela. Nunca uma refeição tão simples soube tão bem a John
e Katelyn. Para observar aves, eles não se importam de comer
«qualquer coisa fria, leve e rápida», sentados no chão. Isto
apesar de serem «bons garfos» e «apreciadores de bom vinho, boa
comida e bons restaurantes», uma caraterística comum aos birdwatchers estrangeiros que todos os anos chegam a Portugal. Também são, na
esmagadora maioria, reformados, têm mais de 60 anos, formação
escolar elevada e poder de compra médio/alto e alto, de acordo com o
perfil traçado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
(SPEA).
A rota que Frank definiu para percorrer com o casal de escoceses
engloba pontos de observação onde sabe que vai encontrar aves que
não veem com facilidade no seu país. Ou noutros no Norte da Europa.
Isso é, aliás, o que move todos os birdwatchers
Depois de Castro Verde, seguiram para Nossa Senhora de Aracelis,
passaram por Corte Pequena e terminam a jornada em Penilhos, concelho
de Mértola
Parece pouco, mas este percurso leva dez horas a fazer. Apesar do
cansaço, os escoceses estavam radiantes. Viram o
tartaranhão-caçador, o chasco-ruivo, o cortisol-de-barriga-negra, a
águia-imperial, a águia-de-bonelli, a águia-real, a rola-brava,
entre 50 outras espécies, contabilizadas por Frank. Mas num dia bom
- com sol e sem vento - «é habitual encontrarmos entre 65 e 70
espécies no Alentejo». Algumas, como estas, estão em risco por
causa dos inseticidas aplicados nas culturas. Os insetos são a base
da alimentação de aves e se não se mudar o modo de produção
agrícola, algumas espécies poderão desaparecer desta região. Para o
biólogo e membro da SPEA, Domingos Leitão, «a principal ameaça é a
pressão direta sobre os habitats». Por esse motivo, acrescenta o
técnico, «a águia-imperial, ibérica, a água-de-bonelli, o abutre-preto, a
abetarda, o sisão, a freira-da-madeira e a freira-do-bugio (na ilha da
Madeira) e o priolo (nos Açores), são algumas das muitas espécies em
Portugal ameaçadas de extinção.»
«Vejam
ali, ali, à direita daquelas árvores. Duas abetardas, estão a
ver?» Frank parou o jipe e John e Katelyn saíram do carro. Com os
olhos nos binóculos, soltaram, espantados, um «uauuuu,
it"s beautiful».

Nunca tinham visto uma abetarda, uma das espécies mais emblemáticas
do Alentejo. Apesar de ser a mais pesada das aves europeias, é
dificilmente observável. «É tímida e a população está a
decrescer», explica Frank. «Na Europa, encontra-se apenas na Rússia
e na Península Ibérica». Em Portugal, o número de indivíduos
está a crescer devido à implementação de medidas de proteção,
caso único no mundo inteiro.
Às três da tarde era hora de regressar à Quinta do Barranco da
Estrada, e ainda a tempo de apanhar o sol do entardecer. A lagoa dos
Salgados, em Silves, não estava no percurso, mas, fora das planícies
alentejanas, é um dos locais a que Frank gosta de levar os clientes.
«É a última lagoa em estado selvagem que resta no Algarve», onde
ainda é possível observar várias espécies de aves migratórias.
Ainda, mas não por muito mais tempo. É que neste local, consagrado
internacionalmente como privilegiado para o birdwatching onde acorrem e nidificam algumas espécies de aves em perigo de
extinção -, está prevista e aprovada a construção de um resort de luxo com três hotéis de cinco estrelas, cinco aldeamentos, um
campo de golfe e estabelecimentos comerciais. «Um crime ambiental»
que levou o inglês a juntar-se à Plataforma dos Amigos da Lagoa dos
Salgados, de que fazem parte 11 organizações, que entre outras
formas de luta criou uma petição online já assinada por milhares de pessoas em todo o mundo.Três mil portugueses
Há mais de trinta anos que se faz observação de aves em Portugal, mas
até há pouco tempo estava sobretudo «associada às atividades de
anilhagem e estudo» Só nos últimos anos é que tem motivado a visita de turistas
estrangeiros, sobretudo ingleses, e, em consequência, o aparecimento
de empresas e agências de turismo ornitológico. Uma das primeiras
foi a Birds & Nature. Surgiu em 2007 e ainda hoje é a única que
se dedica exclusivamente ao birdwatchingem Portugal. João Jara, fundador e proprietário, diz que o negócio «está a crescer cerca de vinte por cento ao ano, o que é bom tendo em conta a crise atual». Ao contrário de Frank McClintock, que ao
longo de vinte anos como guia ornitológico só tem na sua lista de
clientes turistas estrangeiros, João também faz programas para
portugueses, incluindo workshops «O mercado nacional ainda não tem expressão, mas noto que entre os
portugueses o interesse pela observação de aves começa a
despertar.» Se o número de sócios da SPEA equivaler ao número de birdwatchers nacionais, então em Portugal haverá três mil. Muito residuais, se
compararmos por exemplo com o milhão e meio de ingleses praticantes
desta atividade. Em Portugal não há publicações específicas sobre birdwatching - apenas a revista Pardela, da SPEA, mas é genérica. Já no resto do mundo, existem
às centenas, com destaque para os EUA, Canadá ou Austrália. No velho
continente, o Reino Unido é «o país europeu com mais revistas
exclusivamente especializadas no setor», explica Roger Riddingnton,
editor da British Birds Magazine. A mais antiga publicação de Inglaterra
sobre o tema foi fundada em 1907 e vende cinco mil exemplares por mês.
Roger não faz ideia por que razão no seu país o birdwatching é uma
tradição, mas o português Domingos Leitão acredita que «estará associada
ao naturalista inglês Charles Darwin, cujo trabalho terá incutido na
população britânica um interessa generalizado pela biodiversidade.»
Até ao final deste ano, João já tem agendados programas para vinte
grupos de turistas estrangeiros, com uma média de seis participantes
cada um. São programas de um, três, cinco e sete dias. «Os dias
únicos são, de longe, os mais requisitados, mas já começo a ter
muita procura para a opção cinco dias». Foi essa a escolha de Jane
e Richard Palmer, um casal de ingleses de 65 anos, chegados de
Cambridge (Inglaterra). É a primeira vez que estão em Portugal e
este é o segundo dia de observação. No dia anterior tinham estado
no estuário do Sado e ficaram encantados com a diversidade de
pássaros, entre os quais a garça-vermelha, o goraz e o papa-ratos
(existem ambos em números reduzidos), o carraceiro, o
borrelho-de-coleira-interrompida, entre outros. Hoje percorrem o
estuário do Tejo e a lezíria.O tempo é de chuva e corre um vento frio. Mas nada que os impeça de
sair do carro para observar melhor uma «lifer».
É esta a expressão para qualquer ave que os estrangeiros não
encontram nos seus países. Como o melro-azul, por exemplo. «Ali, às
13h10. Estão a ver?», pergunta João. O guia utiliza muito a
posição dos ponteiros do relógio para facilitar a localização
dos pássaros. Jane e Richard poucas vezes viram um melro-azul e, não
vá o passarinho fugir, apressam-se a pegar nos binóculos. Além de
binóculos, é essencial ter um telescópio. São equipamentos caros,
mas um birdwatcher que se preze não os dispensa: «Os meus binóculos custaram 1800 euros e o telescópio cerca de 2800. São muito bons», garante Jane,
acrescentando que «existem outros muito mais baratos e aceitáveis».
Há mais de cinquenta anos que Richard se apaixonou pelo birdwatching
Um gosto herdado dos pais, que também o herdaram dos avós. «Em
Inglaterra temos muito essa tradição.» Mas Jane é inglesa e na
sua família, que saiba, não há birdwatchers
E ela só o é por causa do marido. «Comecei há quarenta anos,
quando conheci o Richard. Ele é fanático por isto. Eu sou
apreciadora, mas ele é fanático.» Mas não é só a paixão do
marido por pássaros que os leva todos os anos à Índia, aos EUA e a
África. Desde que se reformaram - ele era construtor civil e ela
professora universitária de Enfermagem -, passaram a dedicar-se a tempo inteiro a uma empresa de birdwaching que criaram há 12 anos, a Hauxton Birding. Hoje em dia, são também as oportunidades de negócio que os fazem observar pássaros em
muitos locais distantes de casa. Este ano decidiram vir a Portugal
porque, numa passagem por Espanha, ouviram falar do país como um
destino interessante para a atividade. «Ficámos espantados, porque
não fazíamos ideia de que Portugal era rico em avifauna. Das praias
e do sol do Algarve já tínhamos ouvido falar. Das aves,
sinceramente, não.» Se Jane e Richard gostarem do que virem por cá,
o mais certo é trazerem os seus clientes.

Que o turismo ornitológico começa a ser uma razão para os estrangeiros
virem ao nosso país já não é novidade. Falta é saber quantos. O Turismo
de Portugal, se tem esses dados, não os revela, mas garante que o setor
«é uma das componentes integradas no produto estratégico de turismo de
natureza, uma vez que tem ligações muito próximas a outras ofertas, como
os circuitos turísticos religiosos e culturais, a gastronomia e os
vinhos, o sol e mar ou o golfe», revela uma fonte desse organismo.
Entre os estrangeiros, é geral o desconhecimento de que Portugal tem
aves que vale a pena ver e fotografar. Neal Gale e Richard Draper,
ingleses, reformados e de 64 anos, também descobriram há pouco o
potencial ornitológico português. «Foi apenas no ano passado, numa
feira de birdwatching em Londres, que encontrámos o João Jara.» Um ano depois, ei-los no
carro de João a percorrer a zona de Mértola, onde estão alojados.
Richard é mais experiente do que Neal. Este, só desde que se
reformou, há quatro anos, é que leva a observação de aves mais a
sério. Diz que é uma forma de estar mais tempo com o amigo de
infância. «Ele, sim, é que é louco pelos pássaros. Eu começo a
ser, com esta idade. Nunca é tarde para começar, certo?» Richard é
um observador desde os 7 anos. «O que mais me atrai nesta atividade
é ver as aves nos seus habitats específicos.» Como estas que Richard e Neal querem muito ver durante os cinco dias que vão ficar em Mértola: a aguia-imperial, o
sisão, a abetarda e o bico-de-lacre.«O
Alentejo é a nova Toscana»

João Jara e Frank McClintock batem toda a zona a sul do Tejo, em especial
o Alentejo, considerado «a nova Toscana» por muitos destes
observadores estrangeiros - a região italiana é há muito
conhecida como um dos melhores locais do mundo para observar a
avifauna do Sul da Europa. Uma forma de dizer que o Alentejo é «um
dos destinos portugueses mais procurados». Mas há outros locais de
igual valor para o turismo ornitológico. Encontram-se nos parques e
reservas naturais, nas ZPE (Zonas de Proteção Especial) e nas IBA
(Important Bird Areas, sítios com significado internacional para a
conservação das aves à escala global). O Douro internacional, o
Tejo internacional, a ria de Aveiro, o estuário do Tejo, o cabo
Espichel, Lisboa e a costa do Estoril, o paul do Boquilobo, Castro
Verde, Moura, Barrancos, a lagoa de Santo André e da Sancha, a ria
Formosa, Castro Marim, a lagoa dos Salgados e a costa sudoeste do
Algarve são os locais mais importantes em Portugal. Ainda não
integram os roteiros internacionais do turismo ornitológico, mas
isso é apenas por falta de promoção lá fora. Por falta de
potencial não é com certeza e a economia nacional ganharia se mais
turistas soubessem que Portugal é um país de aves raras. Basta
fazer as contas a partir dos valores estimados por João Jara e Frank
MsClintock, que estão habituados a receber turistas oriundos do Reino Unido, França,
Holanda, Bélgica, Suíça, Alemanha, Dinamarca, Noruega, Suécia, mas
também dos EUA e Canadá. Estes agentes estimam que, numa semana, umbirdwatcher estrangeiro deixa em Portugal cerca de 1500 euros, em média. Além disso, o birdwatchingtem uma vantagem que o turismo de sol e praia não oferece: não é
sazonal. Embora as épocas mais ricas sejam entre março e maio e de
setembro a outubro, alturas das nidificações e migrações, a
atividade pode ser praticada durante todo o ano.Pontos
de encontro

Decorrem ambos em outubro e são os mais importantes eventos sobrebirdwatching em Portugal. A feira ObservaNatura ( [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] no ano passado trouxe 1500 participantes a Setúbal, inclui
palestras temáticas, workshops ateliersconcursos de fotografia, pintura e ilustração da natureza, além de
programas de observação de aves na Reserva Natural do Estuário do
Sado. O Festival de Observação de Aves (birdwatchingsagres.com), em
Sagres, consiste em 121 atividades diferentes, incluindo sessões de
anilhagem e monitorização de pássaros, passeios pedestres e de
canoa. Em 2012, o festival atraiu oitocentos participantes de dez
nacionalidades diferentes.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Sex Jul 12, 2013 8:24 pm

fixe fixe fixe 


Ler as Regras e fazer a Apresentação é um dever seu! » Regras ler [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] - Apresentação clicar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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MensagemAssunto: Cientistas descobrem novo pássaro na Amazônia   Sex Jul 12, 2013 8:25 pm

Cientistas descobrem novo pássaro em parte ocupada da Amazônia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Nova espécie de ave, batizada de torom-de-alta-floresta, foi
encontrada ao sul do Rio Amazonas (Foto: Divulgação/
Museu Emilio Goeldi)
Torom-de-alta-floresta foi encontrado em área próxima a rodovias federais.
Achado foi possível graças a exames de DNA e análise do canto da ave.



Pesquisadores do Museu Emilio Goeldi, localizado no Pará, descobriram uma nova espécie de ave que vive na Amazônia, em regiões já ocupadas pelo homem.

O novo pássaro foi batizado de torom-de-alta-floresta (Hylopezeus whittakeri) e só foi encontrado graças a exames de DNA e análise de canto realizados pelos cientistas.

Os resultados contribuíram para diferenciar essa espécie endêmica
(nativa de determinada região), antes classificada como uma das três
subespécies de torom-carijó (Hylopezeus macularius).

A nova espécie vive na região entre os rios Madeira e Xingu,
considerada uma das áreas mais ocupadas pelo homem na Amazônia, cortada
pelas rodovias Transamazônica e BR-163 (que liga Cuiabá a Santarém).
Segundo os cientistas, ambas as estradas são eixos de desenvolvimento e
também de desmatamento.


Exemplares da espécie podem ser encontrados em maior quantidade próximo
à cidade de Alta Floresta (MT) – por isso, a menção do local no nome
popular do pássaro. No entanto, essa ave vive também nos estados do Pará
e Amazonas.

Apesar de viver em uma região que sofre constante transformação pela
ação do homem, o torom-de-alta-floresta não está ameaçado de extinção,
mas, segundo os cientistas, essa situação pode mudar em breve.

De acordo com Lincoln Silva Carneiro, doutorando em zoologia do Museu
Emilio Goeldi e principal autor do estudo que identificou a espécie, a
ciência entrou em uma nova fase de descobertas de espécies graças às
modernas tecnologias.

"Temos o advento de técnicas de biologia molecular e uso de DNA, e
chegamos a regiões remotas. Isso, com certeza, vai nos ajudar a
descobrir novas espécies na Amazônia", explica.

Mais aves amazônicas
De fato, ainda há muito o que se descobrir na Amazônia. O G1
divulgou este mês que cientistas brasileiros e americanos descreveram
um grupo de 15 novas espécies de aves que vivem nesse bioma. Os
pesquisadores afirmam que essa quantidade identificada é a maior da
ornitologia brasileira dos últimos 140 anos.




Veja nomes de 12 das 15
novas aves da Amazônia

Rapazinho-estriado-do-oeste
Choquinha-do-rio-roosevelt
Poiaeiro-de-chicomendes
Arapaçu-barrado-do-xingu
Arapaçu-do-tapajós
Choquinha-do-bambu
Chorozinho-do-aripuanã
Cancao-da-campina
Chorozinho-esperado
Cantador-de-rondon
Bico-chato-do-sucunduri
Arapaçu-de-bico-torto

Foram reunidos dados de trabalhos feitos anteriormente, além de
análises genéticas e comparações morfológicas, para chegar à conclusão
de que se tratavam de novas espécies que vivem no bioma amazônico, um
dos que possuem a maior biodiversidade do mundo.

As aves foram encontradas no sul da Amazônia, em áreas dos estados do
Amazonas, Pará, Acre, além de trechos de Rondônia e Mato Grosso. Quase
todas vivem em áreas próximas a rios, como o Tapajós, Madeira, Roosevelt
e Purus, ou em regiões isoladas, com vegetação alta ou mata rasteira,
conhecida como campina ou campos amazônicos.

Dados como nomes científicos ou informações sobre localização e hábitos
das espécies não puderam ser antecipados pelos pesquisadores. Não há
imagens registradas de todas as aves, já que, em alguns casos, foram
feitas apenas observações e, posteriormente, ilustrações que serão
divulgadas em um periódico especializado, ainda neste semestre.

Das 15 novas aves, 11 só são encontradas no Brasil. As demais podem ser
vistas também no Peru e na Bolívia. Porém, a descoberta vem acompanhada
de um alerta: pelo menos quatro espécies já são consideradas
vulneráveis na natureza: o arapaçu-barrado-do-xingu, o
arapaçu-do-tapajós, o poiaeiro-de-chicomendes e a cancão-da-campina.

Outra coincidência alarmante é que os membros recém-descritos da fauna
brasileira vivem em uma região denominada "Arco do Desmatamento", trecho
que compreende uma faixa entre a Bolívia e o Brasil, que passa por Mato
Grosso, Pará e Rondônia, e é conhecida pelas altas taxas de destruição
da florestas e queimadas em decorrência do avanço de centros urbanos e
do aumento de atividades agropecuárias.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Algumas
das novas espécies. Em cima, da esquerda para a direita:
bico-chato-do-sucunduri, cancão-da-campina e chorozinho-do-aripuanã; na
parte de baixo: arapaçu-de-bico-torto, poiaeiro-de-chicomendes e
rapazinho-estriado-do-oeste


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MensagemAssunto: Amazónia é o berço de 15 aves agora identificadas por cientistas   Sex Jul 12, 2013 8:27 pm

Amazónia é o berço de 15 aves agora identificadas por cientistas




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Arapaçu-de-bico-torto
Uma
equipa de cientistas descobriu, na Amazónia, 15 novas espécies de aves.
Nunca, em 140 anos, se havia identificado tantas aves de uma só vez no
Brasil. Apesar de serem ‘novas’, as espécies estão já ameaçadas de
extinção por se encontrarem no “arco do desmatamento”.

Uma
equipa de cientistas, englobando especialistas de três instituições
brasileiras e uma dos EUA, descobriu e identificou 15 novas espécies de
aves na Amazónia. Nos últimos 14 anos, nunca no Brasil se tinham
identificado tantas espécies ornitológicas de uma só vez. A grande
maioria destas aves vive nos estados de Pará e Acre, embora com algumas
colónias em Rondónia e Mato Grosso.
Estas localizações, sempre
próximas de rios (como o Tapajós, o Madeira e o Roosevelt), indiciam
desde logo o principal perigo para estas aves: a desflorestação da
Amazónia. As espécies agora identificadas pela Ciência encontram-se no
chamado “arco do desmatamento”, uma faixa já próxima da Bolívia que
apresenta uma elevada taxa de desflorestação.
“Várias destas
espécies são bichos com hábitos especializados. Qualquer alteração
nesses pontos específicos pode representar sua eliminação”, revela Luis
Silveira, professor do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo e
um dos investigadores, reforçando: “queremos chamar a atenção para esse
volume de descobertas para que se possa tomar uma decisão mais sábia e
sustentável para o uso deste bioma”.
É para “chamar a atenção” que este cientista vai lançar,
juntamente com os outros investigadores que descobriram as novas
espécies, um volume especial da publicação ornitológica “Handbook of the
birds of the world”, que deverá ficar pronta no máximo até julho.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bico-chato-do-sucunduri
As
15 novas espécies foram identificadas e catalogadas com a recolha de
dados de pesquisas anteriores, de análises genéticas e de comparações
morfológicas. Os nomes científicos ainda não são conhecidos, mas as
populações locais já batizaram uma dúzia deles:
rapazinho-estriado-do-oeste, choquinha-do-rio-roosevelt,
poiaeiro-de-chicomendes, arapaçu-barrado-do-xingu, arapaçu-do-tapajós,
choquinha-do-bambu, chorozinho-do-aripuanã, cancao-da-campina,
chorozinho-esperado, cantador-de-rondon, bico-chato-do-sucunduri e
arapaçu-de-bico-torto.
Onze destas aves são endémicas do
Brasil, com as restantes quatro a viverem também no Perú e na Bolívia.
Há ainda uma “nova leva” de animais por identificar e catalogar
cientificamente, acrescentou Luis Silveira: “devemos ter mais cinco
novas espécies de aves descritas nos próximos anos”.
O professor
concluiu que “a Amazónia realmente tem uma diversidade grande”,
sublinhando: “mesmo tendo um dos grupos de aves mais conhecidos,
descobrir novas espécies ‘debaixo do nosso nariz’ chama a atenção para a
riqueza da floresta. A Amazónia continua oferecendo surpresas, muito
além do que imaginávamos”.


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MensagemAssunto: Migrando com os pássaros   Sex Jul 12, 2013 8:29 pm

Um ultraleve que viaja com um bando de aves migratórias e é pilotado
pelo ornitólogo francês Christian Moullec. Passou anos a treinar
pássaros para o seguirem e a mostrar-lhes rotas migratórias que evitam
os caçadores.


Christian Moullec, ornitólogo: “Eu sou pai adotivo destas aves, mas
se quero que me sigam, tenho que os trazer desde o início. Eles estão em
casa, durmo com eles desde o primeiro dia. É um grande compromisso, mas
depois, podemos ir em longas viagens.”


O canadiano Bill Lishman foi a primeira pessoa a guiar gansos
migratórios com um ultraleve em 1986, e essa experiência foi ficcionada
no filme de 1996 “Voando Para Casa”. Em 1990, Christian Moullec
completou um voo de 2000 Kms da Suécia para a Alemanha, seguido por de
30 gansos.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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Christian Moullec: “Esta primeira jornada provou que a técnica
funcionou. Os pássaros memorizaram um novo caminho de migração que agora
ensinam aos filhos todos os anos. Fizemos isso com 30 aves, mas temos
de ser capazes de fazer com grupos de 500, espero que sobrevivam e
continuem a seguir a nova rota sozinhos”.


Como o financiamento para estes projetos é difícil de encontrar,
para arrecadar dinheiro, Christian criou uma empresa que oferece voos de
ultraleve ao público

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Espectáulo meus amigos ,um dia destes lá terâo de ir á caça em para-pente
Very Happy Very Happy:D


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