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 Cuidados com os cachorros

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AutorMensagem
j.carvalho
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MensagemAssunto: Cuidados com os cachorros   Dom Abr 29, 2012 6:26 pm


Primovacinação:

Ás 6 semanas (1,5 mês) – Parvovirose e Esgana
Ás 8 semanas (2 meses) – Parvovirose, Esgana, Hepatite, Tosse de canil e Leptospirose
Ás 12 semanas (3 meses) – Reforço da anterior
Ás 16 semanas (4 meses) – Raiva
Vacinação anual - Parvovirose, Esgana, Hepatite, Tosse de canil, Leptospirose e Raiva.

Facultativamente pode também ser vacinado anualmente contra Babesiose (Febre da carraça) nos meses de Janeiro/Fevereiro e contra Herpesvirus se for usado para reprodução. Algumas escolas de cães ou hotéis além da vacinação anual exigem também um reforço contra a Tosse de canil.

ATENÇÃO: Não deixar o caxorro contactar com o chão de espaços públicos (incluindo a sala de espera do veterinário) ou outros cães adultos que não se saiba se estão vacinados, antes de ter passado pelo menos 15 dias após o reforço da vacina contra a parvovirose, esgana, etc… ou seja antes dos 4 meses. O caxorro pode e deve socializar com outras pessoas e ambientar-se aos ruídos da rua desde muito cedo, mas faça-o sempre com ele ao colo até acabar a primovacinação

Desparasitação interna:

A prevenção de parasitas em caxorros começa com a desparasitação da mãe. Esta deve ser desparasitada antes de ser coberta, uma semana antes do parto e de 15 em 15 dias enquanto estiver a amamentar. As mães mal desparasitadas infectam os caxorros antes do parto através da placenta e após o parto através do leite, reinfectando-se ao fazer a higiene dos caxorros.
Os parasitas internos além de poderem ser transmitidos aos humanos, causam atraso no crescimento dos caxorros e são uma das principais causas de diarreia nesta idade.

Esquema de desparasitação recomendado para os caxorros:

Das 2 semanas aos 3 meses – 15 em 15 dias
Dos 3 meses aos 6 meses – mensalmente
A partir dos 6 meses – de 4 em 4 meses
Desparasitação externa:
Tanto as pulgas como as carraças, não se limitam apenas a incomodar o seu caxorro, podem transmitir doenças graves, tais como a febre da carraça (Babesia e Erlichia) e parasitas intestinais (Dipylidium caninum).

Também os mosquitos são fontes de duas doenças graves potencialmente fatais como a Leishmaniose e a Dirofilariose (verme do coração). Para proteger o seu caxorro deve desparasitá-lo com uma pipeta anti parasitária todos os meses a partir dos 2 meses e usar sempre uma coleira repelente de mosquitos como a “Scalibor®”.

Banhos:
Qualquer cão que necessite tomar banho não deve fazê-lo nos 15 dias que se seguem á vacina, pois queremos que o seu sistema imunitário esteja ocupado a lidar com a vacina em vez de uma constipação. O mesmo é válido para os caxorros, estes só devem tomar banho 15 dias após a vacina da raiva. Se entretanto ficar sujo, pode sempre limpá-lo com toalhetes dodot ou champô seco em pó.
A frequência dos banhos varia conforme o tipo de pêlo e estilo de vida de cada cão. Cães com pêlos curtos e/ou densos podem tomar banho no máximo de 2 em 2 meses, sendo o ideal 2 vezes por ano. Cães com pêlos compridos e sem sub-pêlo, do tipo Yorkshire ou Caniche, podem tomar banho todas as semanas, sendo o ideal uma vez por mês e sempre com champôs hidratantes e acondicionador no final.

ATENÇÃO: Nunca utilize champôs para pessoas nem detergentes ou sabão, pois danificam a pele sensível dos cães. Para caxorros use um champô suave, especial para caxorros.

Higiene:

Limpe regularmente (2 X por semana) os ouvidos do seu caxorro com produtos apropriados. As raças que tenham orelhas caídas ou tenham pêlo comprido necessitam regularmente de uma depilação manual dos pêlos que crescem dentro dos ouvidos, de forma a que se proporcione um bom arejamento e não se acumule cerúmen, evitando assim as otites.
Corte também as unhas com alguma regularidade, especialmente se o caxorro for de raça pequena, pois não têm peso suficiente para as gastar naturalmente. Uma vez por mês é suficiente.
Se o seu caxorro acumula muitas ramelas, limpe os olhos com soro fisiológico e um pedaço de algodão todos os dias.
Cães de pêlo comprido necessitam de aparar regularmente os pêlos á volta dos olhos, para que estes não firam a córnea, e á volta do ânus de forma a que não se acumulem fezes.
Se o seu caxorro arrastar o ânus no chão, pode ter parasitas intestinais ou pode ter problemas nas glândulas anais. Estas últimas servem para marcação por feromonas e estão situadas à volta do ânus. Se obstruírem com frequência devem ser espremidas manualmente.
Escovagem:
A escovagem regular (1 a 2 x semana) é a forma mais eficaz de manter o seu cão limpo e livre de cheiros. Oxigena a pele, remove detritos celulares e sujidade, desembaraça os nós, estimula a renovação do pêlo e espalha os óleos naturais da pele por todo o corpo, obtendo assim um pêlo brilhante e saudável.

Use uma luva de borracha e uma toalha turca húmida para pêlos curtos sem volume (Dobermann, Boxer, etc.), uma cardadeira e um pente de metal para pêlos densos ou encaracolados (Pastor alemão, Husky, Golden Retriever, Cocker, Caniche, etc.) e finalmente uma escova de pinos metálicos ou de cerdas naturais para pêlos lisos e compridos (Yorkshire, Afegão, etc.). Nestes últimos use sempre um spray acondicionador para cães, antes de escovar para facilitar o desembaraçar e evitar quebrar os pêlos.
Se o seu caxorro apresentar caspa, pode sempre suplementar a sua alimentação com ácidos gordos essenciais omega3, que além de tornarem o pêlo mais brilhante e sedoso, são anti-inflamatórios e estimulam o funcionamento cerebral, facilitando a aprendizagem.
Alimentação:
Os caxorros devem comer várias vezes ao dia, pois têm estômagos pequenos mas necessidades energéticas elevadas. O ideal será 4 vezes por dia até aos 3 meses, 3 vezes por dia até aos 8 meses e depois 2 vezes por dia, como um adulto.

Dar apenas uma refeição por dia a cães adultos, especialmente de raças grandes, causa muita sofreguidão a comer (ingestão de muito ar e comida mal mastigada) o que pode originar uma dilatação ou torção do estômago, que é uma situação potencialmente fatal se não for tratada dentro de poucas horas. Evite também passear ou brincar com o cão, 2 a 3 horas depois de comer.
O caxorro em crescimento deve sempre comer uma ração de alta qualidade apropriada para a sua idade e para a sua raça. Deve ser habituado a comer SÓ ração, pois esta é completa, com quantidades de proteína e gordura apropriadas para um crescimento harmonioso e com todas as vitaminas e sais minerais que ele precisa, sem necessidade de suplementos.
Tente respeitar as doses indicadas na embalagem e mantenha o seu caxorro mais para o magro do que para o gordo o que implica moderação com as guloseimas, pois um peso excessivo durante o crescimento poderá deformar as articulações e ossos.
Quando quiser mudar de ração, faça-o sempre de forma progressiva ao longo de uma semana para evitar diarreias (ex. ¾ ração antiga + ¼ ração nova no 1º dia, 2/3 ração antiga + 1/3 de ração nova no 2º dia, ½ ração antiga + ½ de ração nova no 3º dia, etc…)
As rações secas têm grandes vantagens em relação à comida caseira ou até ás latas, pois além de serem mais cómodas, ajudam a evitar o tártaro nos dentes e não se degradam depois de abertas. As rações secas de alta qualidade são também formuladas de forma a serem mais concentradas e muito digeríveis, o que vai tornar as fezes do caxorro pequenas, bem formadas e sem muito cheiro, pois quase todos os nutrientes foram absorvidos pelo tubo digestivo.
Os cães alimentados com rações de má qualidade têm o pêlo baço com excesso de queda e caspa, por vezes com cheiro a “cão”, musculatura pouco desenvolvida, excesso de gordura, pouca energia, problemas digestivos como flatulência, diarreia, fezes moles e abundantes com muito mau cheiro e parecem estar sempre esfomeados. Se isto é grave num cão adulto, muito mais grave é num caxorro em crescimento.
ATENÇÃO: Nunca dê chocolate, cebola ou uvas, são tóxicos para os cães. O leite deve também ser evitado para não causar diarreia.

Higiene Dentária:

Os caxorros mudam os dentes de leite entre os 4 e os 6 meses. Para limpeza dos dentes, pode dar ao seu caxorro, ossos com flúor, ossos de couro prensado ou brinquedos de borracha que sejam suficientemente grandes para que não os possa engolir e que não lasquem. Em adulto pode dar também ossos de porco fumados ou rótulas de vaca, mas nunca dê ossos de aves, pois estes lascam e podem perfurar os intestinos.
Habitue-o a escovar os dentes 3 vezes por semana para evitar a formação de tártaro. Existem no mercado vários produtos apropriados. Faça um check-up aos dentes do seu caxorro uma vez por ano e se estiver com tártaro, faça uma destartarização. Os sinais de alerta, como mau hálito, excesso de baba, dor ao mastigar e queda de dentes, só aparecem quando é tarde demais.
Exercício:

Evite exercitar o seu caxorro de forma extenuante, como por exemplo corridas, passeios muito longos, nadar muito tempo, etc… O caxorro precisa das suas energias para crescer e tem pouca massa muscular para suportar os ossos e articulações que se desenvolvem muito rapidamente. Vários passeios curtos durante o dia, brincadeiras com outros cães ou o dono, chegam perfeitamente.
Para não forçar as articulações, não deixe que suba ou desça escadas, dê grandes saltos (ex. para fora do carro) ou ande em pavimentos escorregadios.
Esterilização das fêmeas:

Têm a vantagem óbvia de prevenir gravidezes indesejadas com os incómodos que lhe são inerentes (aumento das despesas com a mãe e caxorros, partos difíceis ou cesarianas, dificuldade em arranjar bons donos para os caxorros, abortos complicados, etc…) e tudo o que está associado ao período de cio como alterações comportamentais, perseguição por parte de cães machos e pouca higiene dentro de casa.
Têm também vantagens adicionais, sendo a mais importante, a prevenção de cancro de mama. Se a esterilização for realizada antes do primeiro cio ou logo a seguir, reduz signficativamente as probabilidades de vir a desenvolver este tipo de tumor que costuma surgir a partir dos 6 ou 7 anos de idade. Devido à remoção dos ovários e do útero, também se previne o aparecimento de outras patologias relacionadas com o aparelho reprodutor, tais como, piómetras (útero cheio de pus), cancro dos ovários, prolapso do útero ou vagina e ainda alguns tumores vaginais.
Outra vantagem da esterilização é a prevenção de pseudogestações (gravidez psicológica) pois estas, quando frequentes, aumentam a propensão para cancro de mama.
Os contraceptivos ou os abortivos, não substituem a esterilização pois têm muitos efeitos secundários, causando frequentemente piómetras e mais uma vez aumentam exponencialmente a incidência de cancro de mama.
Esterilização de machos:

A esterilização de cães machos tem vantagens tanto a nível comportamental como em termos de saúde. A nível comportamental, reduz dramaticamente a marcação urinária, reduz a agressividade para com outros cães, tornam-se mais fáceis de treinar, mais dóceis e menos dominantes para com os donos e têm menos tendência para fugir de casa. De qualquer forma, mantêm a capacidade de guarda, a vontade de brincar e todas as outras características de personalidade inerentes ao animal.
A nível de saúde também previne um tipo de tumor que aparece em animais acima dos 7 anos, chamado tumor das glândulas perianais. É causado pelo crescimento desmesurado dessas glândulas que se situam á volta do ânus e que segregam odores e feromonas. Estas glândulas são estimuladas pela hormona masculina, a testosterona.
Outras patologias frequentes em cães adultos, que podem ser também prevenidas com a castração são as patologias da próstata e os tumores testiculares.
Socialização:

A idade recomendada para o caxorro deixar a sua mãe e irmãos e conhecer os seus novos donos é a partir dos 2 meses. É também a idade ideal para começar a socializar convenientemente com aquilo que o rodeia, mas infelizmente ainda não está totalmente imunizado para poder andar na rua. Os donos devem então providenciar essas oportunidades de forma segura, por exemplo levando o caxorro a casa de amigos que tenham cães saudáveis e vacinados, de várias raças e de várias idades, e claro, que não sejam agressivos para não traumatizar o caxorro. Devem deixá-lo explorar novas texturas, novos sons, novos objectos, novos ambientes (praia, parques públicos, esplanadas, feiras, campo, etc.), mesmo que tenham que o levar ao colo.
A introdução a vários tipos de pessoas e a outros animais, como gatos e pássaros, é importante nesta idade para que aprenda a ser confiante e amigável com todos. Se o seu caxorro se mostrar inseguro, aja com naturalidade e ignore, não o agarre ou o console, isso só irá reforçar esse comportamento. Se você der o exemplo, após algumas hesitações, ele imitá-lo-á.
Algumas escolas para cães têm classes de socialização de caxorros. São óptimas oportunidades para conhecer novos amigos e aprender obediência desde cedo.
Não substime a importância de uma socialização bem feita, pois todas as más experiências ou a ausência de experiências, entre os 2 e os 6 meses, será catastrófico para o equilíbrio emocional do seu cão em adulto.
Educação:

Lá diz o ditado: “de pequenino é que se torce o pepino”. A educação é fundamental começar assim que o caxorro chega a casa. Ensinar a fazer as necessidades num papel de jornal, a vir quando é chamado, a andar á trela, a sentar, a ficar quieto, etc. deve ser ensinado logo a partir dos 2 meses. Com muita calma, sem exigir muito, sempre pela positiva (recompensando-o com bocadinhos de guloseima) e apenas durante 5 minutos (várias vezes ao dia), consegue-se pequenos milagres.
Se necessitar de o castigar opte por dizer firmemente “NÃO!!”, sacudindo-o secamente e olhando-o nos olhos. Não se comova se ele ganir e lembre-se que só vale a pena castigá-lo APENAS se for em flagrante… 5 segundos depois, ele já não perceberá o que fez de mal e apenas ficará ressentido e confuso. Se for um caxorro dominante poderá desafiá-lo e rosnar-lhe, neste caso castigue-o com uma palmada e ignore-o completamente afastando-se dele. É melhor ser firme agora do que fazê-lo mais tarde quando ele for adulto.
Para fazer-lhe entender que é você o chefe lá de casa, e evitar que mais tarde ele se torne um pequeno tirano rosnando a todos que o contrariam, leve a cabo pequenas sessões de dominância, como obrigá-lo sempre a comer depois de si, chegar a casa e ignorá-lo por alguns minutos até que se acalme, iniciar e acabar as brincadeiras ou passeios sempre por sua iniciativa (e não dele), não incentivar a brincar com as suas mãos ou puxando objectos para medir forças consigo e nunca permitir que se deite na sua cama ou no sofá sem ser convidado. O truque é a coerência. TODOS os membros da família devem cumprir estas regras sem excepção.
Registo:

A licença e o registo devem ser efectuados entre os 3 e os 6 meses de idade, mas só depois da vacina da raiva. Se o seu caxorro não trouxer microchip do criador, deve colocá-lo nesta altura também. O registo na Junta de Freguesia é efectuado dentro de 30 dias após a colocação do microchip, mediante a apresentação do boletim sanitário e entrega do original ou duplicado da ficha de registo do SICAFE ou do SIRA, ambos devidamente preenchidos pelo Médico Veterinário. As licenças e as suas renovações anuais podem ser obtidas em qualquer época do ano e são emitidas mediante a apresentação dos seguintes documentos:
Boletim Sanitário
Prova de identificação electrónica, comprovada pela etiqueta com o número de identificação, quando esta seja obrigatória.
Exibição da carta de caçador actualizada, no caso dos cães de caça.
Declaração dos bens a guardar, assinada pelo detentor ou pelos seus representantes, no caso dos cães de guarda.
Documentação referida em legislação específica (DL 312/03) no caso dos animais perigosos e potencialmente perigosos:

- O detentor tem de ser maior de idade.
- Termo de responsabilidade onde declara o tipo de alojamento do animal, medidas de segurança implementadas e historial de agressividade.
- Registo criminal.
- Seguro de responsabilidade civil.

ATENÇÃO: Não são só as raças referidas na legislação (Pit Bull, American Staffordshire Terrier, Dogo Argentino, Rottweiler, Fila Brasileiro, Staffordshire Bull Terrier e Tosa Inu) e respectivos cruzamentos, que são consideradas potencialmente perigosas, TODAS as outras raças também o são desde que se incluam nesta definição:

“São cães potencialmente perigosos os que, devido às características de espécie, comportamento agressivo, tamanho ou potência de mandíbula, possam causar lesão ou morte a pessoas ou outros animais”. Isso tanto inclui o Rafeiro grande e dócil, como o Pinscher miniatura agressivo para as visitas ou o Labrador que corre atrás do gato do vizinho. Todos eles podem causar lesões ou morte de pessoas e animais. Por isso CUIDADO com o seu animal. Controle-o bem! TODOS podem ser afectados por esta lei, basta haver um descuido.

Na rua use SEMPRE a trela, é obrigatório. No caso dos considerados potencialmente perigosos ou efectivamente perigosos, têm que andar também com açaime, usar trela com menos de 1 metro, não podem ser conduzidos por um menor de 16 anos e o dono têm que afixar uma placa de aviso da presença do animal na sua propriedade. Exceptuam-se dessas regras os animais, que sejam registados como animais de guarda, defesa e maneio de animais em explorações pecuárias ou usados durante provas de trabalho.
Qualquer cão de QUALQUER raça pode ser perigoso, seja porque foi mal tratado ou mal socializado, seja porque é treinado para ser agressivo, seja porque resultou de cruzamentos irresponsáveis, seja porque anda na rua sem qualquer controlo. Na grande maioria dos casos a culpa é do dono. Hoje são 7 raças, amanhã podem ser 20. Cabe a si ter uma atitude responsável como dono e como cidadão, promovendo uma imagem positiva da raça que escolheu.

Fonte: Centro Veterinário de Lisboa











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João Gil
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MensagemAssunto: Re: Cuidados com os cachorros   Dom Abr 29, 2012 7:23 pm

Obrigado pela partilha, João... fixe


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Cumprimentos
João Paulo Gil

kaci
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MensagemAssunto: Re: Cuidados com os cachorros   Sex Ago 24, 2012 10:41 am

Boas caros camaradas do gatilho. Smile

Excelente post caro amigo "J.Carvalho". Muito obrigado pela partilha.

Cumpts, Fernando Sampaio
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MensagemAssunto: Re: Cuidados com os cachorros   

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